30/10/17 Dicas e Guias # , , , ,

Previdência Privada

Previdência Privada

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A previdência privada é um investimento de longo prazo que não está ligada ao sistema do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). Na qual você contribui com uma quantia em dinheiro por um determinado período e esse valor passa a render juros sobre o capital investido.

As reformas na previdência social deixam cada vez mais distante da maioria da população brasileira o sonho de aposentadoria. De estabilidade financeira na velhice. Faz-se necessário um plano de complemento da previdência. Por isso, trouxemos nesse artigo informações importantes sobre o plano de previdência privada. Trata-se de uma reserva financeira que pode ser retirada na aposentadoria, mensalmente ou de uma só vez, para realizar um projeto. Mas será que vale a pena investir no plano privado? Especialistas no mercado financeiro divergem sobre o investimento no setor privado de previdência. O que muito se tem falado entre os profissionais é sobre a dependência do INSS. Como o brasileiro, hoje, precisa de um complemento em sua renda a longo prazo. Veja algumas razões para aderir ao plano de previdência privada

1 – Garantir a qualidade de vida na terceira idade

Conforme o avanço da idade, algumas despesas adicionais se tornam prioridade. Ao mesmo tempo que passam a ter um custo maior no orçamento, como por exemplo, medicamentos e planos de saúde. Mensalidades altas para idosos.

2 – Diversificar os investimentos

A aplicação em caderneta de poupança serve como uma reserva de emergência. Assim como a previdência privada, como investimento a longo prazo. Ou seja, é possível manter ambos os planos de investimento para que os riscos sejam diluídos. O que inúmeros especialistas em finanças pessoais recomendam.

3 – Investindo com especialistas no mercado

Aplicar dinheiro pode ser algo difícil para muitas pessoas, mas, não é por isso que deve-se deixar de investir. Por isso um plano de previdência privada é uma solução. Os recursos são administrados por profissionais especializados no mercado financeiro tornando a aplicação mais segura e menos suscetível a erros e perdas.

4 – Família protegida em caso de fatalidade

Este tipo de investimento não entra para o inventário de transmissão de recursos para herdeiros. O que torna a liberação muito rápida e sem burocracia excessiva, tornando o processo judicial menos árduo.

Confira no vídeo abaixo as vantagens de investir na Previdência Privada:

Existem dois tipos de previdência privada, são eles: Plano Gerador de Benefício Livre (PGBL) – indicado para quem faz declaração completa do imposto de renda. As contribuições são dedutíveis até o limite de 12% da renda bruta tributável anual. Os ganhos financeiros não são tributados durante a fase de acumulação. Vida Gerador de Benefício Livre (VGBL) – diferencia-se do anterior por ser um seguro de vida com cobertura de sobrevivência e é indicado para quem não precisa optar pela dedução fiscal. Entretanto, para compensar a ausência dessa vantagem, a tributação é feita apenas sobre os rendimentos. Os ganhos financeiros também não são tributados durante a fase de acumulação. Além de escolher entre PGBL e VGBL, deve-se optar por dois modelos de tributação, o progressivo ou o regressivo. No primeiro, as alíquotas aumentam conforme o valor investido; já no segundo, as alíquotas são reduzidas na proporção do tempo de investimento.   Como escolher entre progressivo ou regressivo? Confira o vídeo do Canal EconoMirna abaixo:

Em geral os bancos e seguradoras costumam cobrar taxas em um plano de previdência privada, sendo: Taxa de Carregamento – Comete-se sobre as contribuições realizadas variando de 0 a 3% . Um exemplo disso é se você aplicar R$1.000,00 e a taxa de carregamento é de 2%, haverá um desconto de R$20,00 e o total aplicado será de R$980,00.   Taxa de Administração – Trata do custo da gestão dos ativos, que incide sobre a rentabilidade total da aplicação. O valor costuma variar entre 1,5% e 3% ao ano e é a de maior impacto na aplicação, opte sempre pelo plano de menor taxa.   Taxa de Saída – cobrada ao resgatar o valor de aplicação antecipadamente, entretanto a maioria das seguradoras fazem essa cobrança apenas nos primeiros anos. Mas existem aquelas que impõe prazos de carência para resgates e transferências externas parciais ou totais.   Confira o vídeo Os Três Piores Erros ao Contratar uma Previdência Privada e saiba como evitá-los:

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26/05/17 Dicas e Guias , Palestras Convidados # , , , , ,

Segurança nas Empresas: Dicas Rápidas

Segurança nas Empresas: Dicas Rápidas

Segurança nas Empresas: Dicas Rápidas
Palestrante: Bruno Oliveira – Capitão da Polícia Militar

Segurança nas Empresas: Como lidar com a violência

Para o Capitão Bruno Oliveira para lidar com esse contexto é preciso adotar certas posturas que proporcionará um cenário 90% seguro. Segundo o profissional, devemos estar atentos a:

Criminosos não querem ser expostos. Ou seja, eles não querem chamar atenção. Atualmente não se tem mais um estereótipo de criminoso. Pois cada vez mais, eles têm se adequado com o ambiente para se passar despercebido. Por esse motivo muitos transgressores surpreendem por estarem vestindo terno e gravata.

Criminosos fazem seleção de vítima. Isto é, pessoas destraidas estão mais propensas a sofrem uma abordagem. Portanto, é importante estar sempre atento. O criminoso nunca está tranquilo. Logo, não devemos reagir em hipótese alguma.

O ambiente das cidades de médio porte está cada vez mais similar com o das grandes metrópoles. Nisso, devemos sempre estar atentos para agir da melhor forma e assim evitar o maior número de crimes possível.

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Contextualizando a violência

Morar no interior é sinônimo de tranquilidade certo? Nem sempre! Nos últimos anos os índices de violência têm aumentando também nas cidades do interior. Mudando assim, a rotina e a postura da população.

O Capitão Bruno Oliveira, compartilha algumas informações para que saibamos agir da melhor maneira no cotidiano de nossas cidades.

O medo da violência vem crescendo e já é uma das maiores preocupações também nas cidades de médio porte. Pesquisas têm constatado que a sensação de insegurança dos brasileiros tem aumentando.

De acordo com o mapa da violência de 2014, a população dessas cidades, tem sentindo muitas vezes perdidas e desprotegidas. Pois, muitas vezes, os criminosos têm agido de forma ousada, deixando a população cada vez mais assustada e sem saber como se proteger desse tipo de situação.

Crimes como sequestro relâmpago, explosão de caixa eletrônico, roubo de carros, assalto a mão armada em estabelecimentos como farmácia e postos de gasolina, e crimes transeunte, são exemplos da nova realidade de cidades que há pouco tempo atrás eram mais tranquilas do que as cidades metropolitanas.

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