21/05/18 Dicas e Guias # , , , ,

Conheça os principais impostos de uma microempresa

Conheça os principais impostos de uma microempresa

Contratação de funcionários, reunião com cliente, organização das finanças, regulamentação da empresa, idas ao banco, enfim, muitas são as demandas de uma empresa. Muitas vezes, em meio a tantos afazeres é comum que o microempresário esqueça ou se perca em uma das principais obrigações – o pagamento de impostos. Em nosso artigo, vamos apresentar os principais impostos de uma microempresa.

Abriu uma empresa ou faz pouco tempo que ela está aberta? Fica perdido com a quantidade de impostos que as pessoas falam que você tem que pagar? Antes de ir ao contador, veja agora os principais impostos que você irá encontrar durante o gerenciamento de seu negócio!

Em síntese, de acordo com o Sebrae:

Esses são os principais tributos que pagamos, que estão dentro de regimes tributários que concentram todos eles. Cada tipo de empresa se enquadra em um, veja abaixo as principais características:

 

Simples Nacional

Esse imposto se aplica às microempresas, empresas de pequeno porte e microempreendedores individuais. A cobrança dessa taxa reúne os principais tributos em um só boleto. A alíquota de arrecadação é definida de acordo com o faturamento da empresa, e fica entre 16 e 22%. Em agosto de 2017, o Comitê Gestor do Simples Nacional regulamentou um aumento do teto anual de faturamento para as empresas se enquadrarem nas regras. Os valores válidos a partir de 2018 são:

– Microempreendedor Individual: até R$ 81 mil;

– Microempresa: até R$ 900 mil;

– Empresa de Pequeno Porte: até R$ 4,8 milhões.

Lembrando que todos os estados e municípios tem participação obrigatória no Simples. No entanto, o teto de faturamento pode variar para cada região.

 

Agora se a sua empresa possui um faturamento superior ao exigido pelo Simples, deverá optar por algum dos dois impostos: Lucro presumido ou Lucro Real.  A opção por esses regimes tributários afeta nos seguintes tributos: IRPJ, CSL, PIS e CONFINS. Já os impostos IPI, ICMS, ISS e o INSS não sofrem alterações.

De acordo com o Sebrae, algumas empresas devem obrigatoriamente optar pelo regime do Lucro Real devido a atividade que exercem. Por exemplo, instituições financeiras (factoring) ou por ter um lucro anual superior à 48 milhões.

 

Lucro presumido

De acordo com o portal Contabilizei, quando tratamos de Lucro Presumido, estamos lidando com um regime tributário disponível para quase todos os tipos de negócios. Exceto bancos e empresas públicas.  Serve para empresas que têm o faturamento de até 78 milhões de reais por ano.

A margem de lucro utilizada para o cálculo desse tributo é prevista pela legislação e varia de acordo com a atividade. Esta modalidade de tributação pode ser vantajosa para empresas com margens de lucratividade superior a presumida, podendo, inclusive, servir como instrumento de planejamento tributário. Empresas que possuam boa margem de lucro podem, respeitados eventuais impedimentos, utilizar-se do Lucro Presumido. Vale nesse caso conversar com o seu contador que ele informará se esse tributo serve para você!

 

Lucro Real

Como já mencionamos, alguns negócios fazem a opção por esse regime pela natureza de seu negócio. Os empresários que fazem a opção pelo Lucro Real, devem ter um faturamento superior ao 78 milhões ao ano. Nesse regime, o IRPJ e a CSLL são calculados em cima do lucro efetivo. Lembrando que tudo isso é feito com o auxílio de um contador!

 


Ufa, quanta coisa! Quando pagamos impostos estamos contribuindo para que esse dinheiro seja efetivo para o desenvolvimento de nosso país.

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19/04/18 Dicas e Guias # , , , ,

A importância dos seguros empresariais!

A importância dos seguros empresariais!

Você já parou para pensar nos imprevistos que acontecem com a gente e como eles podem atrapalhar a nossa vida se não estivermos preparados para lidar com essas situações, como roubos, acidentes, óbitos etc.? Da mesma forma que é importante um cidadão comum estar preparado para lidar com esses tipos de situações, é necessário que as empresas também estejam asseguradas para lidar com os imprevistos da vida!

De acordo com o portal de notícias, Estadão, contratar um seguro é uma maneira de proteger um patrimônio, um bem. O seguro, como o próprio nome diz, surge da necessidade de segurança das pessoas diante das incertezas e riscos que corremos em nosso cotidiano. São várias as opções de seguro hoje em dia: automóveis, residenciais, vida, acidentes pessoais, educacionais etc. Essa proteção tem um custo, chamado prêmio. É o que se paga para não correr o risco de perder algo muito valioso e para suprir uma grande perda material ou pessoal.

Você deve estar se perguntando qual a necessidade para uma pequena e média empresa de ter um seguro. Afinal, não há tantos bens como em uma empresa grande. Saiba que é errado pensar assim. Já pensou se uma eventualidade colocar todo o seu negócio na falência?

O bom empresário é aquele que tem uma visão macro do seu negócio, não tendo o foco somente em seus afazeres e transações. Mas sim em manter-se protegido para se acontecer algum imprevisto.

Hoje, no mercado de seguros, há várias opções que combinam com os diferentes tipos de modelos de negócios. Cabe ao empresário e a empresa de seguros saber quais são os maiores riscos.

Por exemplo, se um incêndio acontece em uma empresa do setor têxtil provavelmente esse negócio estará totalmente acabado. Diferente de uma empresa de tecnologia, em que os seus “bens” estão em outras coisas. Ela perde financeiramente pelos equipamentos, mas seus serviços podem estar armazenados em nuvem.

 

No Brasil, um tipo de seguro comum é a proteção de patrimônio, em que o objetivo é manter a empresa longe de riscos. Algumas categorias são obrigatórias, como incêndios e acidentes de trabalho. Já outros são opcionais como o seguro de roubos, reembolso de despesas emergências etc.

Os seguros obrigatórios, precisam existir para que a organização funcione normalmente. Afinal, incêndios e multas trabalhistas têm grande poder de inviabilização do negócio. Já os demais, existem para proporcionar maior segurança para o empresário.

Outro seguro comum é o de responsabilidade civil, que existe para o ressarcimento de danos relacionados ao patrimônio. Geralmente o plano tem o objetivo de cobrir todas as despesas de reparo.

 

Ou seja, as necessidades são distintas, então os seguros também são. Há seguros que prestam suporte aos sócios caso algum venha a falecer, que asseguram os bens, as possíveis ações trabalhistas etc.

Para o profissional Luciano Tane, os seguros são uma forma de assegurar tanto o proprietário do empreendimento como sócios e colaboradores. Se a empresa tem um seguro e algum funcionário sofre um acidente é possível que ele tenha o ressarcimento sem que as finanças da empresa sejam comprometidas, por exemplo.

Ainda de acordo com Luciano, muitas empresas pecam ao não fazer esse tipo de investimento e não dão a importância para situações inesperadas que podem acontecer e prejudicar o futuro das organizações. Principalmente das pequenas.

Por esse motivo, é importante conhecer a sua empresa e procurar um seguro que atenda as suas necessidades!

 

Se você tem interesse por um seguro empresarial e quer saber mais informações, procure uma corretora que realize uma análise bastante sensata acerca da situação atual de sua organização, de seu modo de administrá-la e das implicações prováveis em caso de um grande imprevisto financeiro.

Gostou do artigo? Aprendeu mais uma dica do mundo empresarial? Continue acompanhando a nossa página! Se você quer saber e discutir mais sobre o cotidiano das pequenas e microempresas, venha tomar um café conosco! Entre em contato!

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13/11/17 Dicas e Guias # , , , , ,

Você conhece o Simples Nacional?

Você conhece o Simples Nacional?

Conheça o que é o Simples Nacional, suas vantagens e quem pode aderir ao regime de arrecadação que completou 10 anos com resultados positivos.

Conheça o regime de arrecadação que simplifica a carga tributária.

No Brasil, o pagamento de tributos é um dos grandes desafios para os empreendedores. No entanto, não refere-se principalmente ao valor dos impostos, mas sim à complexidade do sistema. Que exigia muito tempo e energia prejudicando, principalmente, os pequenos empresários. Para facilitar o recolhimento dos impostos e incentivar a regularização de micro e pequenas empresas, foi criado em 2006, pela Lei Geral, um regime de arrecadação. O Simples Nacional, que entrou em vigor em 2007.

O que é Simples Nacional?

O Simples Nacional é um regime de arrecadação, cobrança e fiscalização de tributos. Que simplifica em uma única guia todos os tributos federais, estaduais e municipais. Ou seja, as micro e pequenas empresas podem fazer o pagamento do ISS, ICMS, CSLL, IPI, PIS, COFINS, IRPJ e INSS patronal de uma só vez. O presidente do Sebrae, Guilherme Afif Domingos, explica que a criação do regime foi essencial para o aumento do empreendedorismo no Brasil. O país possuía 22,7 milhões de donos de negócios em dezembro de 2007, mas só 11% tinham um negócio formal. Até o final de 2017 o número passará a ser 50% de 26,1 milhões.

Quem pode aderir ao Simples Nacional?

Esse regime se aplica somente às micro e pequenas empresas e microempreendedores individuais, regulamentados pelo Estatuto. Além de obter um teto anual de faturamento estabelecido pelo Comitê Gestor do Simples Nacional, confira os valores:

– Microempreendedor individual: até R$ 81 mil;

– Microempresa: até R$ 900 mil;

– Empresa de pequeno porte: até R$ 4,8 milhões.

Todos os estados e municípios tem participação obrigatória no Simples Nacional, mas o teto de faturamento pode variar de acordo com cada região.

Você sabe o que é MEI? Clique aqui e confira nosso artigo semanal.

Quem não pode aderir?

Não pode aderir ao Simples Nacional a empresa que, entre outros:

– Possua outra pessoa jurídica como acionista;

– Participe do capital de outra pessoa jurídica;

– Seja filial, sucursal, agência ou representação, no país, de pessoa jurídica com sede no exterior;

– Tenha um dos acionistas com participação em qualquer outra empresa de fins lucrativos. Considerando que a soma da receita bruta dessas empresas ultrapasse R$ 3,6 milhões;

– Tenha sócio que more no exterior;

– Constituída sob a forma de cooperativas, salvo as de consumo;

– Exerça atividades relacionadas à energia elétrica, importação de combustíveis, automóveis e motocicletas, transporte intermunicipal e interestadual de passageiros. Ainda: crédito, financiamento, corretagem, câmbio, investimento, cigarros, cigarrilhas, charutos, filtros para cigarros, armas de fogo, munições e pólvoras, explosivos e detonadores, bebidas alcoólicas e cervejas sem álcool, cessão ou locação de imóveis próprios;

– Possua débito, ainda exigido, com o Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), ou com as Fazendas Públicas Federal, Estadual ou Municipal; – Esteja sem inscrição ou com irregularidade em cadastro fiscal federal, municipal ou estadual, quando exigível.

Sabia mais assistindo ao vídeo Redução da Burocracia/Direitos do Empreendedor

Quais as vantagens do Simples Nacional?

A arrecadação é feita com uma alíquota única, o que significa para o empreendedor uma redução de 40% da sua carga tributária. O processo de controle e contabilidade é mais simples, não existe necessidade de realizar cadastros municipais ou estaduais. A empresa economiza na folha de pagamento porque não precisa contribuir com o INSS Patronal. E também pode tributar as receitas à medida que recebe as vendas.

Confira a lista de vantagens:

Justiça do Trabalho: o empregador de uma microempresa ou empresa de pequeno porte não é obrigado a comparecer na Justiça do Trabalho. Em vez disso, pode ser representado por uma pessoa que conheça os fatos a serem discutidos. Mesmo que essa pessoa não tenha nenhum vínculo com a organização;

Facilidade para dar baixa: as microempresas e empresas de pequeno porte sem movimento por mais de três anos podem dar baixa nos registros dos órgãos públicos sem precisar pagar débitos tributários, taxas ou multas;

Protesto de títulos: a empresa optante do Simples Nacional possui regras especiais para protesto de títulos, possibilidade de pagamento com cheque e redução de taxas;

Possibilidade de formar SPE (Sociedade de Propósito Específico): com isso, é possível participar de Consórcios Simples para vender ou comprar serviços e produtos;  

Dispensa da DCTF: a empresa também estará dispensada da entrega da apresentação da Declaração de Débitos e Créditos de Tributos Federais (DCTF).  

Assista ao vídeo Parcelamento de dívidas e redução de multas/Direitos do Empreendedor

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Você sabe o que é MEI?

Você sabe o que é MEI?

O número de MEI cresceu em Bauru nos últimos anos!

Bauru está entre os três municípios do Estado de São Paulo que mais possuem MEI cadastrados. Perdendo apenas para São José do Rio Preto que lidera o ranking neste ano.

Com o cenário econômico desfavorável no país, o número de empregos no mercado de trabalho diminuiu e muitos brasileiros precisaram buscar outras fontes de renda, o que gerou mais de 7,5 milhões de formalizações de MEI nos últimos nove anos. Esses profissionais junto à micro e pequenas empresas somam 27% de participação do PIB brasileiro.

 

O que é um MEI? E como faço para me tornar um?

MEI significa Microempreendedor Individual. Para se tornar MEI é preciso faturar até R$ 60.000,00 por ano ou R$ 5.000,00 por mês, não ter participação em outra empresa como sócio ou titular e ter no máximo um empregado contratado que receba o salário mínimo ou piso da categoria. Esse profissional será enquadrado no Simples Nacional e ficará isento dos atributos federais (Impostos de Renda, PIS, Cofins, IPI e CSLL).

 

Confira o infográfico abaixo sobre o perfil do MEI:

MEI

MEI

Fonte: SEBRAE (http://www.sebraepr.com.br/PortalSebrae/sebraeaz/Microempreendedor-Individual)

Deseja se tornar um MEI e legalizar o seu negócio? Acesse o site do Sebrae e saiba mais clicando aqui.

 

Direitos e deveres

Existem benefícios os quais o MEI tem direito quando formalizado, como benefícios previdenciários, auxílio-maternidade, auxílio-doença, aposentadoria e outros. Também tem o direito ao CNPJ, acesso facilitado à empréstimos e abertura de contas bancárias e emissão de nota fiscal.

No entanto, existem alguns deveres a serem cumpridos, como o pagamento mensal de uma taxa. Para comércio ou indústria o valor cobrado é de R$ 45,00, para prestação de serviços são cobrados R$ 49,00 e para comércio e serviços o valor é de R$ 50,00. O cálculo corresponde a 5% do salário mínimo, a título da contribuição para a seguridade social, mais R$ 1,00 de Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) e/ou R$ 5,00 de Imposto sobre Serviços (ISS).

 

Clique aqui para saber mais sobre os direitos e deveres desta categoria

 

De acordo com um levantamento realizado pelo Sebrae, Bauru é o segundo município com maior número de trabalhadores cadastrados como mircroempreendedores individuais, com cerca de 20 mil cadastros. O município também já sediou a Semana do MEI realizada pelo Sebrae-SP, com serviços e orientações.

Houve um crescimento de 228% entre 2012 e 2017 de registros na cidade, segundo a Secretaria Municipal de Desenvolvimento Econômico, Turismo e Renda (SEDECON). Tendo como principais profissionais se formalizando os cabeleireiros, que são mais de 1.700 empreendedores, seguidos pelos ramos de vestuário, obras de alvenaria, pintor e eletricista.

Porém, o segmento de construção civil, que também aparece como destaque no ranking, é o que tem formalizado profissionais em ritmo mais acelerado, conforme a titular da SEDECON.

 

Conheça Guel Nicolai, empresária que fez sucesso em Bauru, clicando aqui.

 

Microempreendedores de Bauru

Conheça alguns Microempreendedores individuais de Bauru e como a formalização ajudou em seus negócios.

 

“O cadastro foi simples porque tem vários contadores cadastrados que fazem de graça e isso facilita demais a formalização. Vantagens são muitas, ter o CNPJ abre as portas para atender empresas grandes e de médio porte, com isso aumentando as vendas.”
Bruno – Bauru Cartões

 

“Para o meu trabalho foi essencial essa regularização, me abriu portas para prestar serviços para outras empresas, com mais credibilidade e confiança!”
Maria Fernanda – Buffet Sano Sapore

 

Ao empreender deve-se lembrar que ao fazer negócios você não se relaciona com empresas, mas sim com pessoas! Diante disso, é essencial criar um relacionamento e uma rede de contatos que seja capaz de ajudar a expandir o seu negócio.

Conhece o Meepe Networking?

O Meepe é um grupo de networking, onde existe a oportunidade de conhecer as pessoas por trás das empresas, que têm o mesmo objetivo que o seu e que buscam uma verdadeira troca de indicações. O Meepe cria negócios por meio de relacionamento entre empresários e autônomos, conectando pessoas!

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