15/04/19 Dicas e Guias , Negócios # , , , , , , ,

A comunicação não-violenta é uma habilidade do líder do futuro!

A comunicação não-violenta é uma habilidade do líder do futuro!

Saber se expressar e ouvir o outro com empatia são características fundamentais da comunicação não-violenta. Aprenda a aplicar na sua empresa!

O que é comunicação não-violenta?

A comunicação não-violenta é um processo de pesquisa desenvolvido pelo psicólogo norte-americano Marshall Bertram Rosemberg em conjunto com uma equipe internacional, que apoia a relação de equipe, parceira e cooperação baseada em empatia e comunicação eficaz.

Tem como foco basear as ações em valores comuns e fazer as seguintes distinções:

– Observação e juízo de valor

– Sentimentos e opiniões

– Necessidades e estratégias

– Pedidos e exigências

Chamada também de comunicação empática, considera que as ações têm a finalidade de satisfazer as necessidades humanas, mas tenta fazê-las sem o uso do medo, da vergonha, da ideia de falha ou de ameaça.

Como aplicar no ambiente de trabalho

Aplicar a comunicação não-violenta nos negócios é uma boa maneira de crescer e contribuir para que a equipe cresça em conjunto. Veja alguns passos:

  1. Observação: É necessário observar os acontecimentos sem avaliar. Após perceber os fatos, sem julgamentos, o próximo passo é compartilhar com o próximo. Nessa parte, tomando cuidado para falar sem qualquer carga de avaliação ou julgamento, para o interlocutor não receber a mensagem como uma crítica.
  2. Sentimento: Observar seus sentimentos e perceber quais foram despertados, é o segundo passo. É importante lembrar que nossos sentimentos dizem respeito a nós mesmos e as pessoas podem, apenas, servirem como gatilhos. Então, após o reconhecimento é necessário expressar sem jogar a culpa no outro por estar se sentindo daquela forma.
  1. Necessidades: A autoanálise é imprescindível. Então, após identificar qual necessidade sua não foi satisfeita na circunstância de conflito, você deve apenas compartilhar a questão. Uma forma interessante de fazer isso, é expressar as consequências que podem vir dessas necessidades insatisfeitas.
  1. Pedido: Após três etapas com o foco em você, é hora de focar sua atenção no outro e fazer um pedido com linguagem clara, que apresente possibilidade de ação concreta. E é importante se perguntar: se a pessoa te der uma negativa, o que acontecerá? Porque se ela não tiver alternativa, você estará fazendo uma exigência e não um pedido.

 

O objetivo é exercitar o respeito e a empatia com o outro e, principalmente, consigo mesmo. Em ambientes de tensão, como o local de trabalho, o ideal é transformar os conflitos em tensões positivas. Isso traz valorização, clareza, estímulo e motivação.

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Para crescer e se transformar, transformando o ambiente de trabalho, conheça o Meepe Networking! A Comunicação não-violenta é uma ótima ferramenta para alavancar os negócios! Faça parte do grupo de networking que mais cresce em Bauru!

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22/03/19 Dicas e Guias , Negócios # , , , ,

Conheça o programa brasileiro que fomenta o empreendedorismo feminino

Conheça o programa brasileiro que fomenta o empreendedorismo feminino

No mês da mulher, o MCTIC criou o programa de empreendedorismo digital com o objetivo de incentivar o protagonismo feminino. Já conhece? Veja mais!

O que é o programa

O programa é criado a partir de uma iniciativa do Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC), da Financiadora de Estudos e Projetos (FINEP) em conjunto com a Prefeitura Municipal de São Paulo, Ade Sampa e execução da Softex. Tem como objetivo impulsionar o protagonismo feminino através do empreendedorismo em negócios e inovação.

Como funciona

Ao entrar no site empreendedorasdigitais.org.br, haverá uma breve explicação sobre o que é o programa e em seguida um botão “QUERO SABER MAIS”, que vai direcionar para uma página para preenchimento de dados. Assim, você vai receber mais informações do programa pelo email.

O programa capacitará 300 mulheres e vai criar 30 startups que serão acompanhadas durante a pré-aceleração na capital paulista, com a presença de mulheres no processo de fundação da empresa ou em cargos de liderança.

Além disso, o programa disponibiliza palestras gratuitas mediante cadastro durante todo o programa nas regiões de São Paulo. Veja mais na página do Facebook!

Divulgação/ MCTIC

Porque o empreendedorismo feminino é importante

  1. As mulheres empreendedoras representam 48% dos microempreendedores individuais (MEI).
  2. Um estudo feito pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) constatou que as mulheres empreendedoras são mais jovens e com um nível de educação 16% mais alto que os homens. No entanto, elas continuam ganhando 22% menos que os empresários.
  3. As mulheres são responsáveis por 51,5% dos novos negócios criados no Brasil.

Conheça o maior grupo de empreendedorismo de Bauru

O Empreendedoras Digitais fomenta a participação feminina nos negócios e, consequentemente, na economia. No grupo Meepe Networking toda iniciativa é valorizada. Você já conhece o grupo de networking que mais cresce em Bauru? Venha tomar um café!

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08/03/19 Negócios # , , , , , ,

Mulheres Líderes: conheça 3 CEO’s de grandes empresas

Mulheres Líderes: conheça 3 CEO’s de grandes empresas

Mesmo com a desigualdade de gênero, 3 mulheres empreendedoras conseguiram se tornar CEO’s em empresas brasileiras e multinacionais

As mulheres no ambiente corporativo

De acordo com a pesquisa Women in the Workplace, realizada pela consultoria estratégica global McKinsey, as mulheres conquistam mais diplomas universitários do que os homens. Porém, as mulheres continuam sub-representadas em todos os níveis das carreiras corporativas nas Américas. Os números são claros: há menos mulheres do que homens nos ambientes corporativos. Quando analisamos os cargos mais altos a presença feminina é menor ainda.

Apenas um em cada cinco líderes de corporação é uma mulher. E menos de um em cada 30 executivos é uma mulher negra. Durante o estudo, a McKinsey também constatou que existe um esforço para mudar esse cenário, mas o progresso é lento e limitado. A pesquisa destacou que o mundo corporativo possui “pontos cegos quando se trata de diversidade”.

Conheça agora um pouco sobre 3 mulheres líderes que não se conformaram com o machismo do mercado e conseguiram chegar aos cargos de maior importância em grandes empresas:

 

Mary Barra, CEO da General Motors

A primeira mulher a se tornar CEO de uma montadora global, Mary Barra tem sua carreira marcada pela experiência na GM. Formada em Engenharia Elétrica, ela estagiou na GM aos 18 anos e ganhou uma bolsa da montadora para fazer MBA em Stanford. Em 2004, Mary foi destaque na capa da Times como uma das 100 pessoas mais influentes do mundo.

Fonte: SheKnows

Paula Bellizia, CEO da Microsoft Brasil

Antes de se tornar CEO da Microsoft Brasil em 2015, Paula Bellizia trabalhou na empresa por mais de uma década. Destaque entre as mulheres líderes, Paula é formada em Computação e Ciência da Computação na Universidade Estadual de São Paulo e pós-graduada pela ESPM e pela USP. O começo de sua carreira foi na Whirlpool, onde permaneceu por 7 anos. Paula também foi gerente de produtos na Telefônica e ocupou posições de destaque na Apple Brasil e no Facebook na América Latina.

Fonte: ItForum365

Rachel Maia, ex CEO da Pandora Brasil

Diretora Executiva da Joalheria Pandora por 9 anos, Rachel Maia é formada em Ciências Contábeis e após deixar seu primeiro emprego ela usou o dinheiro da rescisão para estudar inglês e administração no Canadá. Depois de alguns anos, em seu segundo retorno ao Brasil, Rachel foi abordada por um headhunter que lhe ofereceu uma vaga na joalheira Tiffany. Hoje Diretora Executiva da Pandora, Rachel Maia é um grande exemplo dentre as mulheres líderes.

Fonte: Veja

Parabéns às mulheres líderes e empreendedoras!

O Dia Internacional da Mulher surgiu através de lutas e reinvindicações femininas por melhores condições de trabalho e direitos sociais e políticos. A luta continua até os dias de hoje, mas é preciso destacar histórias de sucesso e inspirar cada vez mais mulheres rumo à liderança!

Continue acompanhando nosso conteúdo e fique por dentro dos principais assuntos no mundo dos negócios. Conheça a rede de contatos que mais cresce em Bauru. Venha tomar um café conosco e saiba mais sobre o Meepe Networking!

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11/06/18 Pequenos Negócios # , , , ,

Aplicativos que facilitam a vida do microempreendedor

Aplicativos que facilitam a vida do microempreendedor

Gerenciar vendas, horas de funcionários, organizar finanças etc. Muitas são as tarefas para um microempreendedor que, às vezes, tem que administrar a sua empresa sem a ajuda de muitos colaboradores. Para resolver esses pequenos dilemas existe a tecnologia! No artigo dessa semana vamos apresentar alguns aplicativos que existem para auxiliar a rotina do microempreendedor.

Com tantas opções no mercado, o professor da Escola Superior de Empreendedorismo do Sebrae-SP, Jaercio Barbosa, afirma que é preciso saber quais são as necessidades específicas da empresa.

“Com tantas opções, se você tentar solucionar todos os problemas de uma só vez, provavelmente não resolverá nenhum. Por isso, foco é fundamental”, Barbosa.

Após ver o problema, é recomendável procurar os aplicativos que tenham maior quantidade de usuários, comentários e boas avaliações.  “Caso o empresário não tenha indicação direta de alguém que confie, uma das melhores alternativas para começar a usar é ler os comentários e avaliações dos próprios usuários. Poder usá-lo em vários dispositivos facilita muito a vida do empreendedor e ajuda a dar segurança, pois as informações estarão com ele no momento em que precisar. Assim, é importante verificar se o aplicativo tem uma versão mobile e para o computador”, indica.

 

Planejamento e comunicação interna

Quando tratamos desse assunto uma ferramenta indicada é o Trello.  Sistema de quadro virtual para gerenciamento de tarefas que segue o método “kanban”.  Permite por meio da criação de diferentes quadros e colunas adicionar cards das tarefas. Facilitando a visualização das demandas pelos colaboradores.

Para a coordenadora do Centro de Empreendedorismo da FAAP, Alessandra Andrade, outra boa opção para melhor organização são as agendas compartilhas do Outlook e até mesmo do e-mail da Apple.

“O empreendedor consegue não só verificar seus e-mails no computador ou no smartphone como também pode compartilhar a agenda com outras pessoas, otimizando o tempo”, afirma.

Agora se o problema é armazenamentos e envio de arquivos, uma das opções mais utilizadas é o Google Drive. Serviço oferecido pelo Google que possibilita que os arquivos sejam compartilhados com colaboradores por meio da conta do Google. O gestor que utiliza essa ferramenta pode decidir o nível de permissão de cada pessoa. Escolhendo quem pode visualizar, editar e comentar.

“O Google Drive é muito completo e fácil de gerenciar para guardar os arquivos na nuvem. Na realidade, todas as ferramentas do Google são muito fáceis e acessíveis, como o Google Docs – quando pessoas selecionadas podem editar o mesmo documento ao mesmo tempo – e o Google Forms, que cria formulários”, afirma Bruno Portela, professor associado de Marketing da Fundação Dom Cabral.

Todas essas plataformas estão disponíveis para aparelhos com android, iOS e nos computadores. E o acesso é gratuito. Não perca tempo! Comece a utilizá-las e veja qual é a melhor para o seu negócio!

Gostou do nosso artigo? Quer saber mais sobre o mundo empresarial? Venha tomar um café conosco! Entre em contato!

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19/02/18 Dicas e Guias # , , , ,

Tipos de líderes: conheça o seu e aprimore o seu negócio!

Tipos de líderes: conheça o seu e aprimore o seu negócio!

No artigo dessa semana vamos falar de uma pessoa que, independentemente do seu cargo dentro de uma empresa, você já conheceu. O líder. Para alguns ele deve ter um perfil mais autoritário (que coloca ordem em meio ao caos), para outros deve ser parceiro. Saiba que existem os dois tipos de líderes e até mesmo com mais perfis. Se interessou? Venha conhecer cada um deles, descubra em qual você se enquadra e aprimore assim as suas qualidades!

Líder, palavra pequena, mas muito presente e necessária dentro de uma organização. Geralmente é aquele indivíduo que atua como um guia ou chefe de um grupo. Para que sua função seja efetiva é necessário que os demais colaboradores conheçam os seus atributos.  Veja agora os principais perfis de líderes existentes no mercado.

 

Autoritário

Popularmente conhecido como chefe, esse tipo de líder costuma ter uma postura mais centralizadora, inflexível e de certa forma individualista. Ou seja, é aquela pessoa que não fica escutando os anseios dos colaboradores para melhorar o ambiente de trabalho. Muito pelo contrário, esse tipo de líder é focado somentenos resultados. Por ter uma postura rígida, costuma prejudicar o clima organizacional, pelo medo que causa nas demais pessoas. Esse tipo de liderança já foi muito comum, no entanto, está cada vez mais ficando em desuso.

 

Especialista

É aquele líder que alcançou a posição por ter um grande conhecimento técnico da sua área de atuação. Por esse motivo consegue colaborar no dia a dia da operação para a solução dos problemas que existem. No entanto, às vezes, não tem as competências necessárias para conduzir uma equipe, como inteligência emocional, empatia, poder de persuasão etc.

 

Liberal

Esse tipo de líder está presente em equipes que têm certa “maturidade” e que não precisam de uma supervisão constante, porque as pessoas têm a capacidade de autogerenciamento. Por estar em um ambiente assim, esse profissional costuma delegar tarefas com mais facilidade e abre espaço para a inovação e o processo criativo dos colaboradores. Para não se tornar um líder pouco participativo e até mesmo negligente é preciso que conheça cada membro de sua equipe com profundidade.

 

Democrático

Esse perfil de liderança costuma estar em empresas que valorizam a gestão colaborativa. Em que as equipes têm voz nos processos decisórios. O líder então, costuma estimular constantemente seus colaboradores de forma que incentive o trabalho em equipe.

 

Meritocrático

A atuação desse líder se fundamenta na meritocracia. Isto é, utiliza constantemente metas e indicadores para incentivar o desempenho dos colaboradores. De forma que os melhores ganham reconhecimento e destaque. E os que ficam abaixo das expectativas começam a ser monitorados e orientados de forma diferente por esse gestor.

 

Carismático

Por apresentar algumas características como otimismo, humildade, dedicação, empatia e imparcialidade, costuma conquistar a sua equipe com facilidade. De modo que os colaboradores adotem a sua postura e passem a admirá-lo. Nesse tipo de liderança a equipe  costuma desempenhar suas funções sem  a necessidade do líder ficar insistindo.

E você? Qual o seu perfil? Quer aprimorá-lo? Ou ainda não descobriu? Nas nossas reuniões estamos constantemente discutindo como podemos melhorar a gestão de nossos negócios. Venha tomar um café da manhã conosco!

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12/02/18 Dicas e Guias # , , , ,

Perfil empreendedor: conheça o seu!

Perfil empreendedor: conheça o seu!

De acordo com o dicionário, empreendedor é aquele indivíduo que possui capacidade para idealizar projetos, negócios ou atividades. A pessoa que empreende é aquela que decide fazer algo difícil ou trabalhoso e sabe identificar as oportunidades e transformá-las em organizações lucrativas.

Como o Brasil é composto majoritariamente por pequenos negócios é comum termos em nosso país diferentes tipos de empresas e de empreendedores. Aquelas pessoas responsáveis por fazerem a economia crescer e atender às diferentes necessidades dos clientes- que estão cada vez mais exigentes.

Muitas pessoas utilizam as palavras empreendedor e empresário como sinônimos. Porém, há diferenças. Empresário é aquele que toma a seu cargo um empreendimento e gerencia os recursos de modo que seu negócio tenha lucro. Já o empreendedor é aquela pessoa inovadora, que tem uma maneira diferente de ver seu negócio, querendo transformar seus projetos em realidade. Não precisa abrir uma empresa para ser um empreendedor, basta ser inovador e contribuir com diferentes ideias em seu ambiente.

Veja nesse vídeo que separamos para você as 10 características presentes nos empreendedores:

Conheça em nosso artigo os diferentes tipos de empreendedores.

Por necessidade

É aquela pessoa que abre uma empresa porque precisa quitar suas dívidas e trabalhar. Normalmente é responsável por idealizar o negócio e mantê-lo em pé. No Brasil, grande parte dos empreendimentos nascem dessa forma. Ou seja, quando um trabalhador resolve empreender por conta própria para conseguir se manter.  De acordo com a legislação brasileira, uma empresa com um faturamento de até R$60 mil por ano, e que possui, no máximo, um empregado, já é considerado um empreendimento.

Digital

Quando falamos do empreendedor digital, estamos tratando do indivíduo que oferece seu produto ou serviço por meio da internet, com o objetivo de alcançar esse novo consumidor- o que se encontra na rede.

Por exemplo: o dono de um e-commerce de uma loja de cosméticos.

Hoje com a grande revolução tecnológica, lojas, profissionais liberais etc., estão utilizando a rede para empreenderem. Seja por meio de um bom site de vendas, links patrocinados em redes sociais, entre outros.

Social

Esse tipo de empreendedor é aquele que tem o objetivo de buscar soluções inovadoras para resolver problemas existentes na sociedade e assim torná-la melhor.

Exemplo: pessoas idealizadoras de empresas sociais.Diferente das ONGs, utilizam mecanismos de mercado, por meio de uma atividade lucrativa, para encontrar soluções para os problemas sociais.

Nato

É aquele que apresenta traços em sua personalidade que são recorrentes nos empreendedores. Seja por motivações próprias ou por influência familiar, como pais e avós que já possuem empresas.

Serial

É o indivíduo que tem as habilidades de criar e de identificar oportunidades para criar negócios. Normalmente, não administra todos os empreendimentos que idealiza, deixando para profissionais com experiência em gestão. Ou seja, seu foco é criar e desenvolver ideias.

E você em qual tipo de enquadra?  Descobriu? Quer compartilhar conosco? Venha tomar um café da manhã e amplie sua rede de contatos! Nós do Meepe, temos diferentes tipos de empreendedores que estão dispostos a fazerem negócios e desenvolverem a cidade! Junte-se a nós!

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05/02/18 Dicas e Guias # , , ,

Afinal o que é o Meepe Networking?

Afinal o que é o Meepe Networking?

O Meepe completou 1 ano! Conheça em nosso artigo como funciona esse grupo de networking que reúne empresários de Bauru e região!

Networking. Palavra originária do inglês que sugere a capacidade de estabelecer uma rede de contatos ou uma conexão com algo ou com alguém. Em que há um compartilhamento de informações e serviços entre pessoas ou grupos que possuem um interesse em comum (PORTAL SIGNIFICADOS).

Ao contrário do que muitos podem pensar não é uma ativista egoísta em que o indivíduo quer se aproveitar do outro. Muito pelo contrário, ambos saem ganhando.  Para Max Gehringer (famoso administrador e palestrante), networking é “uma questão de paciência e não urgência”, em que o resultado vem com o bom relacionamento.

Com o intuito de reunir empresários de Bauru e região para fechamento de novos negócios, nasceu na manhã da sexta-feira do dia 3 de fevereiro de 2017,o Meepe Networking!

Para Fernando Hideo, um dos diretores do grupo, o Meepe é de grande relevância para o mercado empresarial da cidade.

 

O empreendedorismo é um interessante caminho para o desenvolvimento econômico local já que as empresas são geradoras de empregos e consumidoras de produtos e serviços, beneficiando não só um indivíduo, mas toda uma comunidade. Neste contexto, o Meepe cria um ecossistema onde os empresários trocam referências de negócios, discutem formas de crescimento sustentável e muitos outros assuntos que agregam no cotidiano empresarial. Fazer parte de um grupo de networking é uma excelente maneira de vislumbrar novos formatos de negócios.

 

O grupo é composto por empreendedores que se reúnem todas às sextas-feiras às sete horas da manhã. Isso mesmo! Sete horas da manhã – horário que comprova que no Meepe não têm pessoas preguiçosas. Muito pelo contrário, há pessoas que acordam cedo para fazerem seus negócios crescerem e assim desenvolverem a cidade.

Devido ao grande sucesso, em outubro, tivemos que abrir um segundo grupo. Que se reúne às quartas-feiras também às 7 horas da manhã.

 

Atualmente o Meepe possui a seguinte estrutura:

– Membros: são as pessoas mais importantes do grupo. Têm a função de fazer negócios. Sem eles o Meepe não existe.

– Presidente: é um dos membros. Seu papel é conduzir o grupo. Há troca a cada seis meses (podendo ser renováveis para mais seis, caso seja o desejo dos integrantes e do presidente).

– Anfitrião: recebe os convidados, cobra e organiza as mensalidades dos membros (para participar do grupo o integrante paga um valor simbólico para a manutenção do café da manhã e do local de reuniões).

– Diretores: alinham estratégias para direcionar o grupo

– Comissão de ingresso: avalia as áreas de atuação dos possíveis membros para evitar conflito e respeitar a lei da exclusividade.

Lei de exclusividade – ao entrar no Meepe não há a entrada de outro integrante do mesmo segmento. Ou seja, não tem concorrência. Por exemplo, se você é dono de uma padaria ela será única dentro do grupo. A comissão de ingresso tem todo o cuidado para que não entre uma empresa de um ramo que já exista.

Quando o Networking é feito?

Como já falamos, networking não é uma atividade egoísta, mas sim, uma maneira de se fazer negócios em que todos saem ganhando. Uma das formas que o Meepe faz para que todos os membros se beneficiem é todos fecharem negócios. Para que isso aconteça, nós promovemos metodologias para que todos os integrantes se conheçam e possam indicar os negócios que estão no grupo.

 

Uma das nossas metodologias para a promoção das negociações é a troca de cartões na reunião. São três cartões:

Meepe to Meepe- o propósito é que o empresário vá em uma das empresas do grupo para conhecer bem o negócio de modo que possa indicá-lo depois para outras pessoas. Exemplo: uma nutricionista vai conhecer a academia do integrante do grupo. Indo até o local a profissional terá a oportunidade de saber mais do negócio e automaticamente poderá indicar para as pessoas do seu círculo social com mais propriedade. No dia da reunião ela oficializa esse encontro por meio do cartão.

Meepe Indication – a troca desse cartão é para formalizar uma indicação feita para algum dos membros do grupo. Por exemplo, um amigo te pede uma indicação de alguém que faça serviços de contabilidade. Automaticamente você indica para essa pessoa o profissional do Meepe. No dia da reunião você oficializa essa indicação por meio do cartão. Assim os diretores podem ter um maior controle dos negócios que estão sendo gerados.

Thanks Meepe – agradecimento ao membro pelo negócio fechado.

 

Outra forma do membro conhecer as empresas do grupo e assim poder indicar para sua rede de contatos é por meio do momento que os empreendedores têm para apresentarem seus negócios. Há dois momentos. O primeiro é quando todos os integrantes têm 30 segundos para falarem de suas empresas, explicando seu ramo de atuação, o que fazem e como o grupo pode ajudar. O segundo consiste em duas apresentações de oito minutos em que dois integrantes são escolhidos para falar com mais profundidade de suas empresas.

Essas metodologias estão dando certo? Bem, no ano de 2017 fechamos R$ 1.120.000,00 (um milhão centro e vinte mil reais em negócios). Como as empresas são de Bauru e região, esse dinheiro contribuiu com o desenvolvimento da cidade!

Quer ver se funciona? Venha tomar um café da manhã! Entre em contato conosco!

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29/01/18 Pequenos Negócios # , , ,

Meepe Networking: estímulo ao desenvolvimento local

Meepe Networking: estímulo ao desenvolvimento local

Você já deve ter pensado que ao consumir ou adquirir um produto/serviço de uma empresa o retorno do seu investimento será revertido somente para o proprietário do negócio. No entanto, o cenário é outro. Por vivermos em sociedade, uma simples atitude - como a compra de uma mercadoria- altera a dinâmica econômica e social. Em nosso artigo, vamos mostrar como isso ocorre! Você sabia que ao consumir do pequeno empreendimento do seu bairro a comunidade inteira sai ganhando?

Pense no seu trajeto diário. Acordar, levar os filhos para a escola, ir para o trabalho, almoçar, ir ao médico etc. Em todo o seu percurso provavelmente você teve contato com inúmeros comércios. Como padarias, marmitarias, docerias, centros automotivos, lojas de roupas, dentre outros. Já percebeu que em sua maioria esses empreendimentos são de pequeno a médio porte e que eles ajudam e muito no momento em que estamos com pressa e não podemos perder tempo com grandes deslocamentos?

No Brasil, uma das principais características das nossas empresas é o fato delas serem pequenas e presentes na comunidade em que estão inseridas. Com isso, surge o conceito de desenvolvimento local. Esses negócios acabam tendo uma função social – que os especialistas chamam de desenvolvimento local.

Segundo a especialista Elizete Rangel, desenvolvimento local é quando o cidadão tem uma vida digna. Com acesso aos direitos civis, à educação de qualidade e à oportunidades de trabalho e renda. A experiência em diversos territórios no Brasil e no mundo demonstra que essas conquistas não ocorrem em curto prazo. Elas são construídas no âmbito de um amplo processo de melhoria contínua da qualidade de vida de um território pelos moradores.

 

E o que esse conceito tem haver com o mundo empresarial?

Tudo! Como o desenvolvimento local prevê a melhoria na qualidade de vida dos cidadãos, uma empresa influencia e muito nisso. Primeiro porque os pequenos e médio negócios representam 98% das empresas brasileiras, responde por 27% do Produto Interno Bruto (PIB, soma dos bens e riquezas produzidos em um país) e por 52% do total de empregos com carteira assinada. Ou seja, uma das grandes responsáveis por movimentar a economia e gerar empregos. Principalmente por absorver a mão de obra mais facilmente dos profissionais e trabalhadores que o mercado embaraça a recolocação. Por exemplo, as pessoas que possuem mais de 40 ou 50 anos, ou até mesmo aquelas com pouca qualificação profissional e com dificuldade para conseguir o primeiro emprego etc.

Além disso, o gerente de atendimento do Sebrae – Enio Pinto, destaca outra vantagem desse tipo de empreendimento.

 

“Com o pequeno, você tem a possibilidade de fazer uma compra mais customizada”. “Os donos dos pequenos negócios chamam você pelo nome, conhecem seus hábitos de consumo. A possibilidade de trazer satisfação é maior do que a das grandes corporações, porque os pequenos estão inseridos no dia a dia do bairro”, afirma.

 

Seguindo esse mesmo discurso, José Eugênio Vieira, Superintendente do Sebrae do Espírito Santo, comenta que comprar do pequeno comerciante significa valorizar aquele estabelecimento que já faz parte do seu dia a dia. Seja a padaria que você toma café todos os dias ou aquela mercearia que começou com o mínimo de produtos, mas hoje já se expandiu e se tornou o mercado do bairro.

Campanha SEBRAE

Em 2015, O Sebrae (órgão responsável por auxiliar os pequenos empreendedores em seus negócios), realizou uma campanha de incentivo aos consumidores para priorizarem produtos e serviços de pequenos negócios. As justificativas utilizadas na campanha, foram:

  • 1 – Comodidade – por ser perto de casa facilita a vida do cidadão moderno
  • 2 – Economia- o dinheiro do comércio local fica no bairro
  • 3 – Social- o pequeno negócio desenvolve a comunidade

 

Ou seja, o desenvolvimento é de todos- desde do proprietário até o consumidor final. Aprenda um pouco no vídeo desenvolvido pelo Sebrae:

O Meepe acredita muito na importância das empresas para o estímulo do desenvolvimento local. Somos um grupo de networking, composto por pequenos e microempreendedores de empresários de Bauru e região para fazerem seus negócios crescerem e desenvolverem a cidade, trazendo todas essas vantagens que discutimos ao longo desse artigo.

Se você se interessa pelo mundo dos pequenos negócios continue acompanhando a nossa página e venha nos conhecer!

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11/09/17 Palestras # , , , , ,

As principais mudanças da reforma trabalhista

As principais mudanças da reforma trabalhista

Reforma trabalhista

Alvo de grandes polêmicas, as alterações da reforma trabalhista afetam diretamente todos os trabalhadores. Em nossa reunião semanal as advogadas Paola e Gabriela falaram um pouco sobre as mudanças mais significativas e como elas irão afetar a rotina das organizações. Como os meepers adoraram a palestra, não podíamos deixar de compartilhar um pouco do que aprendemos.

 

No mês de julho de 2017, foi sancionado o projeto de lei da reforma trabalhista. Projeto que traz grandes mudança na legislação trabalhista e altera a Consolidação das Leis Trabalhistas (CLT).

As novas normas estão previstas para entrar em vigor em novembro deste ano, porém o Governo enviou uma medida provisória para o Congresso Nacional, para se ter algumas alterações da nova legislação.

 

Muitas são as mudanças, mas discutiremos aqui os tópicos principais da reforma.

 

Férias parceladas em três vezes – antes da reforma, as férias de 30 dias não podiam ser parceladas. Com a reforma, as férias anuais de 30 dias podem ser dividias em três períodos. No entanto, um dos períodos não pode ser menor que 14 dias. Fica definido também que as férias não poderão começar dois dias antes do fim de semana ou de um feriado, para que esses dias não sejam “comidos” pelas férias.

 

Demissão em comum acordo – antigamente, quando o funcionário se demitisse ou fosse demitido por justa causa, não tinha direito de sacar o Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS), seguro-desemprego e não recebia multa de 40% sobre os depósitos do FGTS. O trabalhador só recebia esses benefícios e indenizações em caso de demissão sem justa causa. Com a reforma, o colaborador e a organização têm uma nova possibilidade: em comum acordo, pode-se ter a rescisão do contrato com a garantia de alguns benefícios para o trabalhador. Nesse tipo de situação, o trabalhador recebe uma multa de 20% sobre os depósitos do FGTS e pode retirar até 80% do fundo. Entretanto, não se tem o direito ao seguro-desemprego.

 

Demissão em massa não precisa ser autorizada – apesar de não existir uma lei a respeito desse assunto, segundo os especialistas, a Justiça considera uma jurisprudência de que os sindicatos devem ser incluídos no processo de demissão em massa dentro de uma empresa. Com as alterações previstas pela reforma, não é necessário que o sindicato autorize qualquer tipo de demissão em massa.

 

Diminuição do Intervalo do almoço – com a reforma trabalhista, o intervalo de almoço de 1 hora pode ser reduzido em até 30 minutos, com acordo coletivo para jornadas com mais de seis horas de duração.

 

Banco de horas negociado individualmente – em relação a esse aspecto, o texto da reforma prevê que o prazo para o banco de horas ser zerado, com as horas compensadas, é menor (de até seis meses). Sendo possível que o banco de horas seja feito via acordos individuais. O intervalo antes da hora extra foi eliminado. Os 15 minutos de pausa antes da hora extra pode ser negociado.

 

Tempo de trabalho na empresa – era considerada serviço efetivo o momento em que o trabalhador entrava na empresa e ficava à disposição do empregador, aguardando ou executando ordens. Ou seja, o tempo que o trabalhador desprendia para realizar sua alimentação, higiene pessoal, troca de uniforme e cursos era considerado como parte da jornada de trabalho. Pelo novo texto, essas atividades são consideradas fora do horário de trabalho. Podendo o empregador negocia-las.

 

Trabalho Home Office – esse aspecto até então não era tratado pela legislação. Antes, era compreendido pela jurisprudência que o trabalhador em home office estava sujeito às mesmas regras dos que os trabalhadores da empresa. Por exemplo, se tinha o mesmo controle da jornada de trabalho.

Com as alterações da legislação, o trabalho em home office não está mais sujeito ao controle de jornada, o que acaba por excluir esse trabalhador do recebimento de horas extras. Além disso, esse tipo de serviço deve necessariamente estar prevista no contrato de trabalho para que possa ser executada. Como os gastos com equipamentos, infraestrutura e despesas em geral para poder realizar o trabalho.

 

 

E você? Já sabia dessas mudanças? Fique atento que em breve teremos mais informações sobre o assunto! 

Gostou do artigo? Continue acompanhando a nossa página que sempre estamos compartilhando conteúdos pertinentes para a sua vida profissional!

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04/09/17 Dicas e Guias # , , , , , , , , ,

Fator determinante na compra de um produto

Fator determinante na compra de um produto

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Com o aumento da concorrência, cada vez mais empresas estão se esforçando para se destacar perante o seu público e fidelizar os seus negócios. Eber Moscheto, com grande experiência de mercado compartilha algumas dicas de como podemos utilizar os fatores determinantes de compra para alavancar os negócios.

No mercado atual, tem sido primordial conhecer, estudar e monitorar o comportamento dos consumidores. Geralmente, essa preocupação vem dos profissionais de marketing e dos gestores empresariais que procuram identificar as oportunidades e ameaças aos seus negócios com a possível insatisfação ou recua de seus clientes.

Por meio da análise minuciosa dos diferentes comportamentos dos consumidores, é possível planejar as estratégias mais adequadas ao divulgar um produto ou serviço. São muitos os fatores que influenciam no comportamento dos consumidores e é necessário saber utilizar as mesmas para motivar, encantar e até fidelizar os clientes de forma a aumentar a lucratividade no orçamento empresarial e o ápice da satisfação por meio dos consumidores.

Fator cultural – o fator cultural é visto como a personalidade de uma pessoa ou grupo. Como aprendizados, valores, percepções e preferências. Assim, ter a compreensão das diversas culturas de uma sociedade, ajuda os gestores a prever a aceitação dos seus produtos/serviços pelo consumidor. Melhorando a eficácia das vendas e a ascensão de produtos no mercado.

Fator Social – Determinados fatores, como os grupos de referência, família, amigos, papéis sociais e status, exercem alto grau de influência sobre as pessoas.

Uma pessoa participa de muitos grupos e a posição dessa pessoa em cada grupo pode ser definida em termos de papéis e status. Dependendo da atividade que uma pessoa possui ou desenvolva ela possui mais status que outras, sendo assim as pessoas escolhem produtos que comunicam seus papéis e status na sociedade.

Fator pessoal – Os desejos dos consumidores e a capacidade de satisfazê-los se alteram conforme as influências. Dessa forma, cada consumidor reage de forma diferente com estímulos idênticos. Isto é, pessoas de uma mesma classe social e ocupação, por exemplo, podem ter tipos de consumo diferentes.

Fator psicológico – a compreensão sobre o comportamento humano se faz por meio do diagnóstico de suas necessidades que surgem de estados de tensão psicológicos, como necessidades de reconhecimento, valor ou integração. Um motivo é uma necessidade que é suficientemente importante para levar a pessoa a agir, a maneira como ela age é influenciada pela percepção que ela tem da situação.

Motivação – constitui-se como uma força interior que se modifica a cada momento durante toda a vida, onde direciona e intensifica os objetivos de um indivíduo. Dessa forma, quando dizemos que a motivação é algo interior, ou seja, que está dentro de cada pessoa de forma particular erramos em dizer que alguém nos motiva ou desmotiva, pois ninguém é capaz de fazê-lo. No momento de comprar algo, o consumidor precisa estar motivado a adquirir o produto ou serviço.

Ao realizar um planejamento de venda para o seu negócio, pense sobre esses fatores determinantes! Não perca tempo e se destaque sobre a concorrência! Para saber mais sobre o assunto continue acompanhando a nossa página!

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