30/05/19 Dicas e Guias # , , , , , , , , ,

Como ter um bom relacionamento com o dinheiro do seu negócio

Como ter um bom relacionamento com o dinheiro do seu negócio

Veja algumas dicas para equilibrar o orçamento e usar o dinheiro de maneira consciente e planejada para sua empresa crescer!

Planejamento

Antes de tudo é necessário saber quanto dinheiro há no caixa e quanto pode gastar. Após isso, é hora de planejar suas metas e o que você precisa fazer para alcançá-las. O que resume essa etapa pode ser denominado de “objetivo financeiro”, que torna visível onde economizar para alcançar tais objetivos.

Controle de entrada e saída do dinheiro

Não dá para negligenciar essa parte. Assim será possível perceber onde você pode cortar gastos para investir em outras áreas e se o dinheiro que você está investindo está tendo retorno. Além do mais, não há como fazer um planejamento eficaz se não há controle do dinheiro.

Despesas e custos são diferentes

As despesas são gastos fixos como água, luz, internet, que virão independente de quanto você vender, ou seja, não dá para desconsiderar. Já os custos são os gastos para manter o serviço prestado. Separar essas duas “vertentes” ajuda a ter maior consciência e guia o processo de gastar só com o necessário e evitar desperdícios.

Reserva para emergências é essencial

Estar preparado para imprevistos é um ponto chave dos negócios. A empresa não pode parar caso aconteça algo inesperado, então ter uma reserva para emergências é de extrema importância. Mesmo que seja uma pequena quantia no começo, essa reserva dará segurança caso você precise correr riscos.

Contratar seguros

Existem vários tipos de seguros para empresas e ao contratar o que satisfaz melhor suas necessidades, você assina contrato com a sua segurança além de proporcionar esse sentimento ao cliente. O seguro é como se fosse um fundo de emergência aplicado em profissionais que vão te dar apoio se houver imprevistos.

Enfim, para te ajudar a começar a seguir essas dicas, aqui há alguns aplicativos de finanças que podem te guiar!

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30/10/17 Dicas e Guias # , , , ,

Previdência Privada

Previdência Privada

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A previdência privada é um investimento de longo prazo que não está ligada ao sistema do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). Na qual você contribui com uma quantia em dinheiro por um determinado período e esse valor passa a render juros sobre o capital investido.

As reformas na previdência social deixam cada vez mais distante da maioria da população brasileira o sonho de aposentadoria. De estabilidade financeira na velhice. Faz-se necessário um plano de complemento da previdência. Por isso, trouxemos nesse artigo informações importantes sobre o plano de previdência privada. Trata-se de uma reserva financeira que pode ser retirada na aposentadoria, mensalmente ou de uma só vez, para realizar um projeto. Mas será que vale a pena investir no plano privado? Especialistas no mercado financeiro divergem sobre o investimento no setor privado de previdência. O que muito se tem falado entre os profissionais é sobre a dependência do INSS. Como o brasileiro, hoje, precisa de um complemento em sua renda a longo prazo. Veja algumas razões para aderir ao plano de previdência privada

1 – Garantir a qualidade de vida na terceira idade

Conforme o avanço da idade, algumas despesas adicionais se tornam prioridade. Ao mesmo tempo que passam a ter um custo maior no orçamento, como por exemplo, medicamentos e planos de saúde. Mensalidades altas para idosos.

2 – Diversificar os investimentos

A aplicação em caderneta de poupança serve como uma reserva de emergência. Assim como a previdência privada, como investimento a longo prazo. Ou seja, é possível manter ambos os planos de investimento para que os riscos sejam diluídos. O que inúmeros especialistas em finanças pessoais recomendam.

3 – Investindo com especialistas no mercado

Aplicar dinheiro pode ser algo difícil para muitas pessoas, mas, não é por isso que deve-se deixar de investir. Por isso um plano de previdência privada é uma solução. Os recursos são administrados por profissionais especializados no mercado financeiro tornando a aplicação mais segura e menos suscetível a erros e perdas.

4 – Família protegida em caso de fatalidade

Este tipo de investimento não entra para o inventário de transmissão de recursos para herdeiros. O que torna a liberação muito rápida e sem burocracia excessiva, tornando o processo judicial menos árduo.

Confira no vídeo abaixo as vantagens de investir na Previdência Privada:

Existem dois tipos de previdência privada, são eles: Plano Gerador de Benefício Livre (PGBL) – indicado para quem faz declaração completa do imposto de renda. As contribuições são dedutíveis até o limite de 12% da renda bruta tributável anual. Os ganhos financeiros não são tributados durante a fase de acumulação. Vida Gerador de Benefício Livre (VGBL) – diferencia-se do anterior por ser um seguro de vida com cobertura de sobrevivência e é indicado para quem não precisa optar pela dedução fiscal. Entretanto, para compensar a ausência dessa vantagem, a tributação é feita apenas sobre os rendimentos. Os ganhos financeiros também não são tributados durante a fase de acumulação. Além de escolher entre PGBL e VGBL, deve-se optar por dois modelos de tributação, o progressivo ou o regressivo. No primeiro, as alíquotas aumentam conforme o valor investido; já no segundo, as alíquotas são reduzidas na proporção do tempo de investimento.   Como escolher entre progressivo ou regressivo? Confira o vídeo do Canal EconoMirna abaixo:

Em geral os bancos e seguradoras costumam cobrar taxas em um plano de previdência privada, sendo: Taxa de Carregamento – Comete-se sobre as contribuições realizadas variando de 0 a 3% . Um exemplo disso é se você aplicar R$1.000,00 e a taxa de carregamento é de 2%, haverá um desconto de R$20,00 e o total aplicado será de R$980,00.   Taxa de Administração – Trata do custo da gestão dos ativos, que incide sobre a rentabilidade total da aplicação. O valor costuma variar entre 1,5% e 3% ao ano e é a de maior impacto na aplicação, opte sempre pelo plano de menor taxa.   Taxa de Saída – cobrada ao resgatar o valor de aplicação antecipadamente, entretanto a maioria das seguradoras fazem essa cobrança apenas nos primeiros anos. Mas existem aquelas que impõe prazos de carência para resgates e transferências externas parciais ou totais.   Confira o vídeo Os Três Piores Erros ao Contratar uma Previdência Privada e saiba como evitá-los:

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