08/03/19 Negócios # , , , , , ,

Mulheres Líderes: conheça 3 CEO’s de grandes empresas

Mulheres Líderes: conheça 3 CEO’s de grandes empresas

Mesmo com a desigualdade de gênero, 3 mulheres empreendedoras conseguiram se tornar CEO’s em empresas brasileiras e multinacionais

As mulheres no ambiente corporativo

De acordo com a pesquisa Women in the Workplace, realizada pela consultoria estratégica global McKinsey, as mulheres conquistam mais diplomas universitários do que os homens. Porém, as mulheres continuam sub-representadas em todos os níveis das carreiras corporativas nas Américas. Os números são claros: há menos mulheres do que homens nos ambientes corporativos. Quando analisamos os cargos mais altos a presença feminina é menor ainda.

Apenas um em cada cinco líderes de corporação é uma mulher. E menos de um em cada 30 executivos é uma mulher negra. Durante o estudo, a McKinsey também constatou que existe um esforço para mudar esse cenário, mas o progresso é lento e limitado. A pesquisa destacou que o mundo corporativo possui “pontos cegos quando se trata de diversidade”.

Conheça agora um pouco sobre 3 mulheres líderes que não se conformaram com o machismo do mercado e conseguiram chegar aos cargos de maior importância em grandes empresas:

 

Mary Barra, CEO da General Motors

A primeira mulher a se tornar CEO de uma montadora global, Mary Barra tem sua carreira marcada pela experiência na GM. Formada em Engenharia Elétrica, ela estagiou na GM aos 18 anos e ganhou uma bolsa da montadora para fazer MBA em Stanford. Em 2004, Mary foi destaque na capa da Times como uma das 100 pessoas mais influentes do mundo.

Fonte: SheKnows

Paula Bellizia, CEO da Microsoft Brasil

Antes de se tornar CEO da Microsoft Brasil em 2015, Paula Bellizia trabalhou na empresa por mais de uma década. Destaque entre as mulheres líderes, Paula é formada em Computação e Ciência da Computação na Universidade Estadual de São Paulo e pós-graduada pela ESPM e pela USP. O começo de sua carreira foi na Whirlpool, onde permaneceu por 7 anos. Paula também foi gerente de produtos na Telefônica e ocupou posições de destaque na Apple Brasil e no Facebook na América Latina.

Fonte: ItForum365

Rachel Maia, ex CEO da Pandora Brasil

Diretora Executiva da Joalheria Pandora por 9 anos, Rachel Maia é formada em Ciências Contábeis e após deixar seu primeiro emprego ela usou o dinheiro da rescisão para estudar inglês e administração no Canadá. Depois de alguns anos, em seu segundo retorno ao Brasil, Rachel foi abordada por um headhunter que lhe ofereceu uma vaga na joalheira Tiffany. Hoje Diretora Executiva da Pandora, Rachel Maia é um grande exemplo dentre as mulheres líderes.

Fonte: Veja

Parabéns às mulheres líderes e empreendedoras!

O Dia Internacional da Mulher surgiu através de lutas e reinvindicações femininas por melhores condições de trabalho e direitos sociais e políticos. A luta continua até os dias de hoje, mas é preciso destacar histórias de sucesso e inspirar cada vez mais mulheres rumo à liderança!

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24/01/19 Dicas e Guias , Negócios # , , , , , , ,

Como a gratidão e a gentileza melhoram o ambiente de trabalho

Como a gratidão e a gentileza melhoram o ambiente de trabalho

Como a gratidão e a gentileza melhoram o ambiente de trabalho

O trabalho do cérebro humano

Você sabia que nosso cérebro processa 11 milhões de informações em todos os seus cinco sentidos a cada segundo?  Desses 11 milhões de conhecimentos, 10.999.960 são filtrados e não se tornam parte da sua percepção consciente. Já os 40 restantes são usados para construir sua versão consciente da realidade. É assim que você irá explicar seu contexto. Suas ações e como você experimenta o mundo serão construídas à parte.

Para seu cérebro, a prioridade é a sobrevivência e ele sempre irá tentar te manter longe do que te faz mal. Isso faz muito sentido do ponto de vista evolutivo. Mas, se pararmos para analisar, seu cérebro não está deixando as 40 melhores informações à sua disposição. Ele está te direcionando para se proteger do pior cenário imaginável. Ou seja, você está sempre focado nos aspectos negativos em vez de enxergar os pontos positivos. Se aplicarmos isso ao ambiente de trabalho veremos que seu cérebro está focando em aspectos que ameaçam seu sucesso profissional e seu status.

Colegas que te deixam para baixo, comentários que não te agradam, perda de prazos ou até mesmo aquele chefe que não te apoia. Tudo isso será filtrado pelo seu cérebro e ele te dará sinal de alerta gerando mais estresse, ansiedade, frustração, raiva e depressão.

 

A importância da gratidão

Você pode escolher onde focar sua atenção e energia. A gratidão é algo muito importante, pois quando você utiliza coisas boas como uma parte mais ativa do cotidiano, toda a sua experiência se torna melhor. Assim as coisas negativas não irão te incomodar tanto.

De acordo com pesquisas pessoas mais gratas têm diversas vantagens, como:

– Maior sucesso na carreira

– Melhores relacionamentos

– Melhor saúde física

– Redução nos níveis de estresse

– Maior autoestima

– Mais otimismo em relação ao futuro e positividade em relação a vida como um todo

– Mais empatia e menos agressividade

 

3 dicas para ser mais grato em seu ambiente de trabalho

  1. Tenha uma lista de gratidão

Pode parecer algo bobo, mas ter uma lista com coisas pelas quais você é grato pode contribuir muito para sua experiência no trabalho. É grato pelo café grátis? Anote! Ou então por um colega que está sempre de bom humor, por um elogio que seu chefe te fez etc. Leia no final de cada semana tudo de bom que aconteceu com você.

  1. Utilize melhor seu trajeto

Quando for para sua casa no fim do dia, tente não focar em tudo que não saiu como o planejado. Escolha usar seu tempo para apreciar o que deu certo e quais oportunidades podem ser melhoradas.

  1. Escreva um bilhete de agradecimento

Deixe o dia de alguém mais feliz. Escreva um agradecimento com algo que você admira em seu colega. Esse gesto irá exercitar a gratidão não só em você que escreveu, mas também em quem receber o bilhete.

 

Gentileza gera gentileza!

Ser gentil e conviver com pessoas gentis também melhora o ambiente de trabalho. A gentileza deixa o clima mais leve e melhora o humor.

Muitas vezes, um simples “bom dia” pode ajudar a melhorar o humor de uma pessoa. Da mesma forma que o “com licença” e “por favor” reforçam comportamentos gentis e a boa educação. Pergunte-se como pode ser útil ou como pode ajudar um colega a desempenhar suas atividades. Lembre-se de que numa equipe não há concorrentes, mas parceiros.

Daniel Burd, Coach

 

Pratique boas ações!

Comprovamos que a gratidão e a gentileza melhoram o ambiente de trabalho, mas você já conhece os benefícios que participar de um grupo de networking pode oferecer ao seu negócio? Faça parte da rede de contatos que mais cresce em Bauru. Venha tomar um café conosco e saiba mais sobre o Meepe Networking!

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18/06/18 Dicas e Guias # , , ,

5 mentiras comuns quando falamos de empreendedorismo

5 mentiras comuns quando falamos de empreendedorismo

Todos nós temos muitos sonhos na vida. E ter o seu próprio negócio pode ser um desejo até mais comum do que ter sua própria casa, por exemplo. Mas durante a jornada rumo ao sucesso, muitas mentiras são ditas sobre o empreendedorismo. Acompanhe nosso artigo e descubra porque essas crenças não são verdadeiras.

Empreender é um objetivo de muitos brasileiros.  De acordo com uma pesquisa encomendada pela plataforma PayPal, 66% dos brasileiros desejam se tornar empreendedores para, principalmente, ter mais liberdade e autonomia.  Diversos fatores contribuem para esse cenário, como a situação econômica do país e os altos índices de desemprego.

Existem mitos sobre ter seu próprio negócio que podem influenciar suas decisões de forma negativa. Preste bem atenção quando ouvir essas 5 mentiras:

 

1 – “Empreendedorismo requer muito dinheiro”

No Brasil os índices de mortalidade de empresas em seus primeiros dois anos de abertura são bem altos. Mas isso ocorre devido à falta de planejamento e conhecimento sobre o mercado. Órgãos como o o SEBRAE ensinam que é necessário, mesmo com poucos recursos financeiros, tomar as melhores decisões e com isso se firmar no mercado. Dessa forma, ter uma reserva financeira até alcançar estabilidade é muito importante, mas não o fundamental.

 

2 – “É preciso dom para empreender”

É comum ouvir de muitas pessoas que algumas nasceram para ser empreendedoras e outras não. Sem dúvidas, certas pessoas possuem mais facilidade em lidar com as funções de um empreendedor, porém não significa que isso não possa ser desenvolvido. Um dos principais segredos para ter um negócio de sucesso é o estudo de tudo que está relacionado a ele.

 

3 – “Ser empreendedor é fazer seu próprio horário”

Muitos confundem liberdade e autonomia com ausência de regras. É normal que algumas pessoas até deixem seus empregos para não ter mais que lidar com ordens. Mas, na verdade, especialistas dizem que no começo de um negócio, o empreendedor tende a trabalhar muito mais do que em um emprego convencional. A responsabilidade com prazos, clientes, fornecedores, funcionários e legislação também é muito maior.

 

4 – “Enriqueça da noite para o dia”

Ser ambicioso e sonhar alto não é errado, só que ter os pés no chão é fundamental. Empreender não é como apostar na loteria e se tornar milionário em questão de segundos. Normalmente os resultados são vistos a médio e longo prazo e são frutos de muito planejamento, investimentos assertivos, pesquisa de mercado, investimentos em marketing bem executados etc. Sonhar não é proibido, porém é preciso estar ciente de que há uma longa jornada pela frente.

 

5 – “É preciso arriscar tudo para empreender”

Engana-se quem pensa que empreender é estar o tempo todo caminhando em uma corda bamba. É claro que há momentos arriscados para qualquer empreendedor, onde são necessárias decisões difíceis.

“Planejar é esperar o melhor, estando preparado para o pior. Um planejamento bem executado ajuda qualquer empreendedor a enxergar as dificuldades com mais clareza e tomar as decisões corretas”, conta Roberto Eskenazi, que é empreendedor e sócio da Gráfica Online Eskenazi, localizada em São Paulo.

 

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04/06/18 Dicas e Guias # , , , ,

Feedback no ambiente empresarial: saiba a importância dessa prática

Feedback no ambiente empresarial: saiba a importância dessa prática

Como em todo ambiente de trabalho, sempre temos que dar satisfação das coisas que fazemos. Pois estamos lidando com o outro. No entanto, nem sempre esse processo é fácil. Nem todas as pessoas sabem dar um feedback. Seja ele positivo ou negativo.

O Feedback no local de trabalho é um ato que tem o intuito de dar um retorno para o colaborador sobre o seu desempenho. É uma maneira de aprimorar as habilidades dos colaboradores, encorajar a solucionar possíveis problemas. Mas, para que isso aconteça de maneira eficaz, é preciso que seja feito da forma correta.

Segundo um estudo global do Top Employers Institute, realizado com mais de 600 empresas em 99 países, o feedback é considerado pelos profissionais como a melhor prática para medir desempenho. Entre os entrevistados, a maioria afirmou que prefere os processos mais transparentes de estabelecimento de metas e retornos com maior frequência dentro dos processos de avaliação, em comparação às tradicionais revisões anuais de desempenho.

Mas, apesar da importância dessa prática, que todos terão que enfrentar independentemente da carreira, ninguém aprende isso na faculdade. Por esse motivo, são poucas as pessoas que sabem criticar ou fazer elogios de forma eficiente.  Grande parte das pessoas falam do desempenho alheio de forma equivocada. O que pode gerar raiva e ressentimento no outro indivíduo. E é claro, fica muito difícil ter a mudança de comportamento desejada.

Para João Marcelo Furlan, CEO da consultoria Enora Leaders, além da falta de aulas na escola sobre comunicação e relacionamento, as características individuais também têm relevância nesse tipo de conversa.

 

“Quando a pessoa tem baixa inteligência emocional, ela terá muito mais problemas para dar feedback, e também para receber.  Escutar críticas é fundamental para o crescimento de qualquer profissional. Além disso, quem consegue ouvir comentários alheios sobre si de forma tranquila tem mais facilidade para fazer o mesmo com os demais sem machucá-los”.

  

Qual a melhor forma de dar um feedback?

De acordo com o psicoterapeuta Luiz Fernando Garcia, presidente da empresa de treinamento Cogni-MGR, em entrevista para a Exame, um dos erros mais comuns é adotar um tom acusatório no seu comentário. Não se trata de gritar ou usar palavras fortes: basta começar a frase com palavras como “Você foi” ou “Você fez” para involuntariamente ligar um alerta de ameaça na cabeça do outro.

Por exemplo, ao invés de falar para o seu colega de trabalho “você me desrespeitou”, fale ” eu me senti desrespeitado”, explica o psicoterapeuta. Tudo isso porque quando trazemos para nós a responsabilidade por aquela sensação, a outra pessoa se sente aliviada e acaba tendo uma postura menos defensiva.

Ainda segundo Luiz, outro erro recorrente é fazer suposições com tom de verdade. É aconselhável utilizar frases com tom hipotético, tais como “me ocorreram vários pensamentos, como…”. “Esse tipo de afirmação, sem julgamento prévio, ajuda a desarmar o outro. Você evita que o indivíduo seja controlado pela atividade cerebral das amígdalas, responsáveis por desencadear reações emocionais”.

Mas, um dos erros mais graves, é o feedback em tom genérico. Frases pouco específicas e vagas, como “o problema é esse seu jeito”, podem envenenar qualquer relação profissional por tempo indeterminado.

 

“O feedback tem que ser específico, concreto, claro, simples, em tom de narração”, diz o psicoterapeuta. “Algo como: Na quinta-feira, por volta das 9h da manhã, nós nos encontramos no corredor e você me disse que entregaria o relatório do mês por volta do meio-dia, que não chegou ao meu e-mail nesse horário. Às 14h, não encontrei mais você, e precisei me apresentar diante da diretoria sem o relatório”.

 

Ainda mais se a atitude é recorrente. Como o colaborador vai melhorar o seu comportamento? Segundo Garcia, uma das ações é começar “a enumerar situações, aquele relatório que faltou em abril, aquele projeto em maio, a apresentação de junho, e por aí vai”, explica. Traga sempre situações pontuais, particulares, mesmo que elas apontem para uma situação que teoricamente poderia ser generalizada.

Ou seja, são detalhes que fazem toda a diferença. Uma outra dica é iniciar uma conversa falando de algo positivo do funcionário para depois falar o ponto negativo e após finalizar com o elogio.

O que não pode é não saber se comunicar e deixar os problemas pequenos crescerem.


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28/05/18 Dicas e Guias # , , , , , ,

Sua empresa está preparada para a revolução tecnológica?

Sua empresa está preparada para a revolução tecnológica?

Se você é empresário provavelmente já ouviu falar que precisa estar atualizado e preparado para lidar com as inovações tecnológicas que aparecem no mercado cada vez mais competitivo. Realmente essa informação está correta, desde a primeira revolução industrial, o mercado se modifica constantemente, e as empresas que não se preparam ficam para trás. Mas, com tantas mudanças, em qual patamar a sua organização se encontra?

Entre 1760 e 1840 aconteceu a primeira revolução industrial. Época que foi impulsionada pela máquina a vapor e pela construção de ferrovias e das rodovias. No final do século XIX e início do século XX com a produção em massa, desenvolvimento da energia elétrica e as novas técnicas de administração e produção veio a segunda revolução industrial. Em 1960, com a evolução da tecnologia da informação e comunicação, vem a terceira revolução industrial. Período que se estende até hoje e que causa espanto para muitos. Afinal, as mudanças são imensas com o advento dessas tecnologias, como a alteração de toda a dinâmica de trabalho, a forma de relacionamento entre os clientes e as organizações. Que pedem mais transparência, redução de processos etc.

Mas, o que as pessoas não perceberam é que, com tantas mudanças vindas dessas revoluções, já estamos vivendo uma nova fase: a 4º Revolução Industrial (revolução digital). E que com ela temos inúmeras oportunidades e novos desafios para as empresas. As tecnologias que estão sendo desenvolvidas como Inteligência Artificial, Big Data, IoT (Internet ofThings), Robótica etc, podem trazer impactos que muitas vezes não calculamos. Isso, devido à velocidade da transformação de tudo. Ou seja, a evolução científica está evoluindo exponencialmente. Enquanto que no passado, evoluía de forma linear.

Mas, como a minha pequena empresa pode se preparar para tudo isso?

Muitos empresários de pequenos negócios podem estar imaginando “como posso estar preparado para o uso de novas tecnologias se não tenho recursos nem para fazer investimentos básicos?”. Sabemos que certas informações podem assustar mesmo. Por esse motivo, é preciso compreender que a nova revolução tecnológica está impactando as empresas de forma heterogênea. Afinal, em cada país as “revoluções industriais” acontecerão de forma diferente.

O que explica porquê há regiões e empresas em estágio mais avançado no uso das novas tecnologias, e outras regiões e empresas que ainda estão bem atrasadas. O primeiro passo então, é fazer uma análise do seu negócio e do ambiente em que está inserido. Para assim, detectar como está em relação ao uso de novas tecnologias e a capacidade de inovação dos produtos e serviços.

E junto com isso, proporcionar uma cultura organizacional que incentive a criatividade e inovação tecnológica. É necessário que as pessoas se adequem aos novos tempos, sendo preciso muitas vezes mudar a visão, a missão, os valores, a estrutura de poder etc.  Ou seja, o objetivo deve ser a transformação da empresa. Para que ela seja mais ágil, flexível, dinâmica e criativa.

Em conjunto com tudo isso, vem a busca por conhecer as novas tecnologias que podem impactar a sua empresa. Cabe aí a utilização de novas ferramentas de Open Innovation, inovação aberta, envolvendo pessoas e instituições externas do chamado ecossistema de empreendedorismo e inovação, para potencializar a capacidade de inovação do seu negócio (PORTAL TERRA).

E por fim, tenha em mente por meio do planejamento estratégico da sua empresa, o que você quer para o futuro. Assim, fica mais fácil saber qual desenvolvimento tecnológico é necessário para sua organização. Afinal, não é toda empresa que irá utilizar robôs e inteligência artificial. Mas, esses e outros recursos existem e estão aí. Basta estar preparado para utilizar a tecnologia a seu favor.

Gostou do artigo? Quer compartilhar mais conhecimento a respeito? Tome um café conosco! Aqui no Meepe estamos engajados para fazer os negócios crescerem e se desenvolverem em conjunto com as novas tecnologias. Entre em contato!

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26/03/18 Startup # , , ,

Desenvolvimento econômico é sinônimo de pequenas empresas e startups

Desenvolvimento econômico é sinônimo de pequenas empresas e startups

Quem já ouviu falar que as empresas brasileiras precisam de incentivo? De acordo com Glauco Antonio Truzzi Arbix, professor titular da USP e coordenador do Observatório da Inovação da mesma universidade, o Brasil precisa das pequenas empresas e das startups para crescerem! Saiba o porquê em nosso artigo!

De acordo com Sebrae (Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas), os pequenos negócios são formados pelas micro e pequenas empresas (MPE) e pelos microempreendedores individuais (MEI).

Só no Brasil há 6,4 milhões de estabelecimentos. Sendo que 99% são micro e pequenas empresas (MPE). As MPEs respondem por 52% dos empregos com carteira assinada no setor privado (16,1 milhões), de acordo com Sebrae.

 

Com essa quantidade de pequenas empresas, porque o pesquisador afirma que o Brasil precisa desse tipo de negócio e das startups? 

Segundo o pesquisador, a economia brasileira produz muito menos do que precisaria produzir “para dar conta de mazelas e de problemas que são, às vezes, de décadas e décadas que se arrastam por aí”.  Porque para “superar esse déficit, a nossa economia tem de ser muito eficiente, o que ela não é.  Mas, o trabalhador brasileiro carece de qualificação profissional, e isso pesa no frigir dos ovos”.

 

Com o mundo globalizado, em que temos facilidade para adquirir um produto de outros países, as empresas brasileiras precisam crescer para enfrentarem a grande competitividade e estarem prontas para o mercado externo.

Para que esse cenário aconteça, é necessário que se tenha incentivo para a inovação dentro desses espaços. Sendo as startups e pequenas empresas uma luz no fim do túnel para esse processo de dinamização da economia.

 

De acordo com Franklin Luzes, COO da Microsoft Participações, falta entre as startups brasileiras a ambição de expandir suas operações para fora do Brasil e “dominar o mundo”. “Eu brinco que todo mundo usa o Waze, que foi criado em Israel. Eu adoraria ver em alguns anos pessoas em Israel usando um software de brasileiros”. “Sou um otimista convicto de que é possível ter sucesso no Brasil e crescer”, afirma.

Saiba mais sobre o conceito de startup em nosso artigo: Startup: Por Onde Começar?

Iniciativas existentes no Brasil para o desenvolvimento das Startups e Pequenas empresas

Para que as empresas se desenvolvam há no Brasil algumas iniciativas, como:

 

– Programa Start-Up

Idealizado pelo Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC) em parceria com aceleradoras, o programa Start-Up, tem o objetivo de apoiar empresas que estão nascendo e possuem uma base tecnológica. Foi criado por reconhecer a função que as startups têm de revitalizar o mercado, mas que precisam de um ambiente que incentivem o seu desenvolvimento.

O programa funciona por edições com duração de um ano. Em cada edição são lançadas até duas chamadas públicas, uma para qualificar e habilitar aceleradoras e outra para a seleção de startups, com rodadas semestrais.

Saiba mais:https://www.startupbrasil.org.br/sobre_programa/

 

– Sebrae

O Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), é uma entidade privada sem fins lucrativos que contribui com o desenvolvimento das pequenas empresas.

De acordo com o portal da entidade, o objetivo é ser uma fonte de apoio para os pequenos empresários que precisam de capacitação (gestão) e orientação sobre o acesso ao crédito para que seja de fato um instrumento de melhoria de negócios.

Saiba mais: http://www.sebrae.com.br/sites/PortalSebrae/canais_adicionais/o_que_fazemos

 

E veja o vídeo explicativo:

Em Bauru, uma maneira que um grupo de empreendedores estão utilizando para desenvolverem seus negócios é por meio do networking. Por exemplo, o grupo Meepe – que tem o intuito de reunir empresários de Bauru e região para fecharem novos negócios e discutirem como podem desenvolver as suas empresas!

Saiba o que é networking em nosso artigo: Networking – Rede de Negócios!

Se você é de Bauru e região e quer ver o país e a sua empresa se desenvolvendo venha nos conhecer!  Entre em contato!

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12/02/18 Dicas e Guias # , , , ,

Perfil empreendedor: conheça o seu!

Perfil empreendedor: conheça o seu!

De acordo com o dicionário, empreendedor é aquele indivíduo que possui capacidade para idealizar projetos, negócios ou atividades. A pessoa que empreende é aquela que decide fazer algo difícil ou trabalhoso e sabe identificar as oportunidades e transformá-las em organizações lucrativas.

Como o Brasil é composto majoritariamente por pequenos negócios é comum termos em nosso país diferentes tipos de empresas e de empreendedores. Aquelas pessoas responsáveis por fazerem a economia crescer e atender às diferentes necessidades dos clientes- que estão cada vez mais exigentes.

Muitas pessoas utilizam as palavras empreendedor e empresário como sinônimos. Porém, há diferenças. Empresário é aquele que toma a seu cargo um empreendimento e gerencia os recursos de modo que seu negócio tenha lucro. Já o empreendedor é aquela pessoa inovadora, que tem uma maneira diferente de ver seu negócio, querendo transformar seus projetos em realidade. Não precisa abrir uma empresa para ser um empreendedor, basta ser inovador e contribuir com diferentes ideias em seu ambiente.

Veja nesse vídeo que separamos para você as 10 características presentes nos empreendedores:

Conheça em nosso artigo os diferentes tipos de empreendedores.

Por necessidade

É aquela pessoa que abre uma empresa porque precisa quitar suas dívidas e trabalhar. Normalmente é responsável por idealizar o negócio e mantê-lo em pé. No Brasil, grande parte dos empreendimentos nascem dessa forma. Ou seja, quando um trabalhador resolve empreender por conta própria para conseguir se manter.  De acordo com a legislação brasileira, uma empresa com um faturamento de até R$60 mil por ano, e que possui, no máximo, um empregado, já é considerado um empreendimento.

Digital

Quando falamos do empreendedor digital, estamos tratando do indivíduo que oferece seu produto ou serviço por meio da internet, com o objetivo de alcançar esse novo consumidor- o que se encontra na rede.

Por exemplo: o dono de um e-commerce de uma loja de cosméticos.

Hoje com a grande revolução tecnológica, lojas, profissionais liberais etc., estão utilizando a rede para empreenderem. Seja por meio de um bom site de vendas, links patrocinados em redes sociais, entre outros.

Social

Esse tipo de empreendedor é aquele que tem o objetivo de buscar soluções inovadoras para resolver problemas existentes na sociedade e assim torná-la melhor.

Exemplo: pessoas idealizadoras de empresas sociais.Diferente das ONGs, utilizam mecanismos de mercado, por meio de uma atividade lucrativa, para encontrar soluções para os problemas sociais.

Nato

É aquele que apresenta traços em sua personalidade que são recorrentes nos empreendedores. Seja por motivações próprias ou por influência familiar, como pais e avós que já possuem empresas.

Serial

É o indivíduo que tem as habilidades de criar e de identificar oportunidades para criar negócios. Normalmente, não administra todos os empreendimentos que idealiza, deixando para profissionais com experiência em gestão. Ou seja, seu foco é criar e desenvolver ideias.

E você em qual tipo de enquadra?  Descobriu? Quer compartilhar conosco? Venha tomar um café da manhã e amplie sua rede de contatos! Nós do Meepe, temos diferentes tipos de empreendedores que estão dispostos a fazerem negócios e desenvolverem a cidade! Junte-se a nós!

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11/09/17 Palestras # , , , , ,

As principais mudanças da reforma trabalhista

As principais mudanças da reforma trabalhista

Reforma trabalhista

Alvo de grandes polêmicas, as alterações da reforma trabalhista afetam diretamente todos os trabalhadores. Em nossa reunião semanal as advogadas Paola e Gabriela falaram um pouco sobre as mudanças mais significativas e como elas irão afetar a rotina das organizações. Como os meepers adoraram a palestra, não podíamos deixar de compartilhar um pouco do que aprendemos.

 

No mês de julho de 2017, foi sancionado o projeto de lei da reforma trabalhista. Projeto que traz grandes mudança na legislação trabalhista e altera a Consolidação das Leis Trabalhistas (CLT).

As novas normas estão previstas para entrar em vigor em novembro deste ano, porém o Governo enviou uma medida provisória para o Congresso Nacional, para se ter algumas alterações da nova legislação.

 

Muitas são as mudanças, mas discutiremos aqui os tópicos principais da reforma.

 

Férias parceladas em três vezes – antes da reforma, as férias de 30 dias não podiam ser parceladas. Com a reforma, as férias anuais de 30 dias podem ser dividias em três períodos. No entanto, um dos períodos não pode ser menor que 14 dias. Fica definido também que as férias não poderão começar dois dias antes do fim de semana ou de um feriado, para que esses dias não sejam “comidos” pelas férias.

 

Demissão em comum acordo – antigamente, quando o funcionário se demitisse ou fosse demitido por justa causa, não tinha direito de sacar o Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS), seguro-desemprego e não recebia multa de 40% sobre os depósitos do FGTS. O trabalhador só recebia esses benefícios e indenizações em caso de demissão sem justa causa. Com a reforma, o colaborador e a organização têm uma nova possibilidade: em comum acordo, pode-se ter a rescisão do contrato com a garantia de alguns benefícios para o trabalhador. Nesse tipo de situação, o trabalhador recebe uma multa de 20% sobre os depósitos do FGTS e pode retirar até 80% do fundo. Entretanto, não se tem o direito ao seguro-desemprego.

 

Demissão em massa não precisa ser autorizada – apesar de não existir uma lei a respeito desse assunto, segundo os especialistas, a Justiça considera uma jurisprudência de que os sindicatos devem ser incluídos no processo de demissão em massa dentro de uma empresa. Com as alterações previstas pela reforma, não é necessário que o sindicato autorize qualquer tipo de demissão em massa.

 

Diminuição do Intervalo do almoço – com a reforma trabalhista, o intervalo de almoço de 1 hora pode ser reduzido em até 30 minutos, com acordo coletivo para jornadas com mais de seis horas de duração.

 

Banco de horas negociado individualmente – em relação a esse aspecto, o texto da reforma prevê que o prazo para o banco de horas ser zerado, com as horas compensadas, é menor (de até seis meses). Sendo possível que o banco de horas seja feito via acordos individuais. O intervalo antes da hora extra foi eliminado. Os 15 minutos de pausa antes da hora extra pode ser negociado.

 

Tempo de trabalho na empresa – era considerada serviço efetivo o momento em que o trabalhador entrava na empresa e ficava à disposição do empregador, aguardando ou executando ordens. Ou seja, o tempo que o trabalhador desprendia para realizar sua alimentação, higiene pessoal, troca de uniforme e cursos era considerado como parte da jornada de trabalho. Pelo novo texto, essas atividades são consideradas fora do horário de trabalho. Podendo o empregador negocia-las.

 

Trabalho Home Office – esse aspecto até então não era tratado pela legislação. Antes, era compreendido pela jurisprudência que o trabalhador em home office estava sujeito às mesmas regras dos que os trabalhadores da empresa. Por exemplo, se tinha o mesmo controle da jornada de trabalho.

Com as alterações da legislação, o trabalho em home office não está mais sujeito ao controle de jornada, o que acaba por excluir esse trabalhador do recebimento de horas extras. Além disso, esse tipo de serviço deve necessariamente estar prevista no contrato de trabalho para que possa ser executada. Como os gastos com equipamentos, infraestrutura e despesas em geral para poder realizar o trabalho.

 

 

E você? Já sabia dessas mudanças? Fique atento que em breve teremos mais informações sobre o assunto! 

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04/09/17 Dicas e Guias # , , , , , , , , ,

Fator determinante na compra de um produto

Fator determinante na compra de um produto

fator compra linkedin

Com o aumento da concorrência, cada vez mais empresas estão se esforçando para se destacar perante o seu público e fidelizar os seus negócios. Eber Moscheto, com grande experiência de mercado compartilha algumas dicas de como podemos utilizar os fatores determinantes de compra para alavancar os negócios.

No mercado atual, tem sido primordial conhecer, estudar e monitorar o comportamento dos consumidores. Geralmente, essa preocupação vem dos profissionais de marketing e dos gestores empresariais que procuram identificar as oportunidades e ameaças aos seus negócios com a possível insatisfação ou recua de seus clientes.

Por meio da análise minuciosa dos diferentes comportamentos dos consumidores, é possível planejar as estratégias mais adequadas ao divulgar um produto ou serviço. São muitos os fatores que influenciam no comportamento dos consumidores e é necessário saber utilizar as mesmas para motivar, encantar e até fidelizar os clientes de forma a aumentar a lucratividade no orçamento empresarial e o ápice da satisfação por meio dos consumidores.

Fator cultural – o fator cultural é visto como a personalidade de uma pessoa ou grupo. Como aprendizados, valores, percepções e preferências. Assim, ter a compreensão das diversas culturas de uma sociedade, ajuda os gestores a prever a aceitação dos seus produtos/serviços pelo consumidor. Melhorando a eficácia das vendas e a ascensão de produtos no mercado.

Fator Social – Determinados fatores, como os grupos de referência, família, amigos, papéis sociais e status, exercem alto grau de influência sobre as pessoas.

Uma pessoa participa de muitos grupos e a posição dessa pessoa em cada grupo pode ser definida em termos de papéis e status. Dependendo da atividade que uma pessoa possui ou desenvolva ela possui mais status que outras, sendo assim as pessoas escolhem produtos que comunicam seus papéis e status na sociedade.

Fator pessoal – Os desejos dos consumidores e a capacidade de satisfazê-los se alteram conforme as influências. Dessa forma, cada consumidor reage de forma diferente com estímulos idênticos. Isto é, pessoas de uma mesma classe social e ocupação, por exemplo, podem ter tipos de consumo diferentes.

Fator psicológico – a compreensão sobre o comportamento humano se faz por meio do diagnóstico de suas necessidades que surgem de estados de tensão psicológicos, como necessidades de reconhecimento, valor ou integração. Um motivo é uma necessidade que é suficientemente importante para levar a pessoa a agir, a maneira como ela age é influenciada pela percepção que ela tem da situação.

Motivação – constitui-se como uma força interior que se modifica a cada momento durante toda a vida, onde direciona e intensifica os objetivos de um indivíduo. Dessa forma, quando dizemos que a motivação é algo interior, ou seja, que está dentro de cada pessoa de forma particular erramos em dizer que alguém nos motiva ou desmotiva, pois ninguém é capaz de fazê-lo. No momento de comprar algo, o consumidor precisa estar motivado a adquirir o produto ou serviço.

Ao realizar um planejamento de venda para o seu negócio, pense sobre esses fatores determinantes! Não perca tempo e se destaque sobre a concorrência! Para saber mais sobre o assunto continue acompanhando a nossa página!

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04/08/17 Dicas e Guias , Palestras , Palestras Convidados # , , , , , , ,

Os perigos de vínculo de imagem: O tribunal da internet

Os perigos de vínculo de imagem: O tribunal da internet

Cada vez mais a internet tem se popularizado. Em todos os lugares vemos pessoas com seus smartphones, tablets e notebooks, lendo e até mesmo produzindo informação. Mas, será que isso influencia o ambiente empresarial? Henrique Piovezan, explica um pouco como a internet pode intervir na imagem de sua empresa.

 

Antes de falarmos sobre imagem empresarial e a influência da internet é importante primeiramente entender sobre o termo imagem. O termo Imagem vem do latim imāgo que se refere à figura, representação, semelhança ou aparência de algo. Por exemplo: “Esta imagem representa a queda do muro de Berlin”, “Esta imagem representa o meu pai”, “Preciso de uma imagem para ilustrar a minha ideia”.

Ou seja, imagem é a representação visual de um objeto por meio de técnicas da fotografia, pintura, do desenho, do vídeo ou de outras áreas. No mundo corporativo, imagem é o conjunto de qualidades que os consumidores atribuem a uma empresa. Por outras palavras, é aquilo que a empresa significa/representa para a sociedade. Isto é, a forma de associação que o seu público pode ter com a sua organização.

 

Mas, como isso se relaciona com a internet?

Hoje, no mundo, existem quase três bilhões de usuários de internet, de acordo com União Internacional de Telecomunicações (UIT). Com o surgimento das redes sociais e a interação dos consumidores por meio desses canais, as corporações estão sendo obrigadas a se adaptarem a esse novo universo.

Isto é, atualmente os consumidores tem poderes de opinar, escolher e decidir o que comprar, elogiar e criticar em função da percepção da marca como fator de transformação social.

Com isso, fica mais fácil do cliente colocar sua percepção quando não se sentir satisfeito com a marca e essa informação se espalhar rapidamente pela rede. E assim, alterar a imagem que seu público tem da sua empresa.

Já pensou um cliente vai até a sua loja e colocar toda a sua percepção na rede? Como ela está hoje o cliente falaria bem ou mal?

Com isso, é de extrema importância que sua organização, independentemente do porte, esteja com seu discurso alinhado para se situações venham atrapalhar a imagem de sua empresa.

Por esse motivo esteja sempre atento ao atendimento que seus funcionários dão aos seus clientes; o que seu público está falando da sua organização nas redes; como seus concorrentes estão presentes nas redes e principalmente se afasta das notícias sensacionalistas – com o avanço da internet as informações podem aparecer de maneira distorcida.

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