20/11/17 Dicas e Guias # , , , , ,

Como fazer a sua Empresa superar a Crise do País?

Como fazer a sua Empresa superar a Crise do País?

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Faça sua empresa se destacar e driblar a crise econômica!

Um dos grandes desafios das empresas é sobreviver no mercado competitivo, onde negócios fecham as portas todos os anos. Com esse cenário agravado devido à crise econômica sua empresa deve buscar estratégias para atrair consumidores e manter-se funcionando.

Por onde começar?

Cada empresa possui uma razão para existir, uma missão que deve desempenhar com excelência. Ou seja, aquilo oferecido aos clientes, mas qualidade não é um diferencial e sim o mínimo esperado pelo comprador.   O que vai chamar a atenção é o diferencial do seu negócio. Mas como identificar esse diferencial? Revendo todo o conceito do seu empreendimento, desde produção, venda e atendimento ao cliente. Todos os processos devem ser analisados e comparados com a concorrência para identificar o que te torna diferente.

Segundo Passo

Após descobrir o que te torna diferente dos outros é necessário levar isso aos consumidores de maneira perceptível. Por exemplo, um pequeno empreendedor que possui uma padaria em um bairro residencial. Ele atende todos os dias as pessoas que moram na região, conhece cada uma e as atende sempre pelo primeiro nome. Na rua de baixo existe uma padaria franqueada,  onde o movimento é menor do que a da concorrente. O dono do estabelecimento nunca está presente e os funcionários sempre trabalham de maneira indiferente com seus poucos clientes.

Qual o diferencial?

Podemos dizer que o diferencial da pequena padaria é o atendimento. E que as pessoas que a frequentam preferem ser tratadas de maneira particular, um tratamento que recebem do atendente. Ele os chama pelo nome, pergunta da família e sabe o que cada um mais gosta de consumir. Neste caso, os próprios clientes se encarregam de promover o local indicando aos seus vizinhos e pessoas próximas. Portanto, além de identificar o seu diferencial de mercado há a necessidade de fazer o cliente percebê-lo. Existem diversas maneiras de levar essa informação às pessoas, como se comunicar através de redes sociais, contratando agências de comunicação, priorizando o atendimento e até por meio do boca a boca.

Confira 5 dicas para driblar a crise:

  1. Estar constantemente acompanhando os resultados da empresa: realizar análises contábeis e financeiras, projetar e simular hipóteses positivas e negativas. Essas atitudes possibilitam que os momentos difíceis sejam previstos com antecedência e permitam que o gestor se programe para resolver o problema considerando aquele cenário projetado. A importância de se fazer simulações e manter cenários é a possibilidade de se preparar para todos os tipos de desafios, traçando estratégias para o crescimento da empresa ou para reverter situações negativas.
  2. Precificação: reduzir drasticamente os preços para vender mais ou aumentá-los demais para cobrir despesas adicionais da empresa não são aconselháveis, pois neste caso é importante avaliar os preços cobrados e levar em consideração a concorrência, as mudanças do mercado e o novo planejamento da empresa.
  3. Determinar metas a serem alcançadas: motivar os funcionários e estimular sua empresa a aumentar as vendas e a produtividade é um fator importante. No entanto, deve-se ter cautela para estipular metas plausíveis e que animem o time, afinal o momento de turbulência econômica por si só, já é desanimador.
  4. Reduzir desperdícios: realize campanhas e palestras para conscientizar os funcionários em relação ao uso e consumo de itens envolvidos na produção do negócio. Reduzir o consumo pode parecer pouco eficaz, mas causa um grande impacto no balanço das contas.
  5. Ter uma equipe qualificada: tenha uma equipe preparada para mudanças e que acompanhe a necessidade de crescimento da empresa. É preciso que os funcionários estejam sempre prontos para os novos desafios e não se preocupem apenas em realizar suas tarefas minimamente.

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13/11/17 Dicas e Guias # , , , , ,

Você conhece o Simples Nacional?

Você conhece o Simples Nacional?

Conheça o que é o Simples Nacional, suas vantagens e quem pode aderir ao regime de arrecadação que completou 10 anos com resultados positivos.

Conheça o regime de arrecadação que simplifica a carga tributária.

No Brasil, o pagamento de tributos é um dos grandes desafios para os empreendedores. No entanto, não refere-se principalmente ao valor dos impostos, mas sim à complexidade do sistema. Que exigia muito tempo e energia prejudicando, principalmente, os pequenos empresários. Para facilitar o recolhimento dos impostos e incentivar a regularização de micro e pequenas empresas, foi criado em 2006, pela Lei Geral, um regime de arrecadação. O Simples Nacional, que entrou em vigor em 2007.

O que é Simples Nacional?

O Simples Nacional é um regime de arrecadação, cobrança e fiscalização de tributos. Que simplifica em uma única guia todos os tributos federais, estaduais e municipais. Ou seja, as micro e pequenas empresas podem fazer o pagamento do ISS, ICMS, CSLL, IPI, PIS, COFINS, IRPJ e INSS patronal de uma só vez. O presidente do Sebrae, Guilherme Afif Domingos, explica que a criação do regime foi essencial para o aumento do empreendedorismo no Brasil. O país possuía 22,7 milhões de donos de negócios em dezembro de 2007, mas só 11% tinham um negócio formal. Até o final de 2017 o número passará a ser 50% de 26,1 milhões.

Quem pode aderir ao Simples Nacional?

Esse regime se aplica somente às micro e pequenas empresas e microempreendedores individuais, regulamentados pelo Estatuto. Além de obter um teto anual de faturamento estabelecido pelo Comitê Gestor do Simples Nacional, confira os valores:

– Microempreendedor individual: até R$ 81 mil;

– Microempresa: até R$ 900 mil;

– Empresa de pequeno porte: até R$ 4,8 milhões.

Todos os estados e municípios tem participação obrigatória no Simples Nacional, mas o teto de faturamento pode variar de acordo com cada região.

Você sabe o que é MEI? Clique aqui e confira nosso artigo semanal.

Quem não pode aderir?

Não pode aderir ao Simples Nacional a empresa que, entre outros:

– Possua outra pessoa jurídica como acionista;

– Participe do capital de outra pessoa jurídica;

– Seja filial, sucursal, agência ou representação, no país, de pessoa jurídica com sede no exterior;

– Tenha um dos acionistas com participação em qualquer outra empresa de fins lucrativos. Considerando que a soma da receita bruta dessas empresas ultrapasse R$ 3,6 milhões;

– Tenha sócio que more no exterior;

– Constituída sob a forma de cooperativas, salvo as de consumo;

– Exerça atividades relacionadas à energia elétrica, importação de combustíveis, automóveis e motocicletas, transporte intermunicipal e interestadual de passageiros. Ainda: crédito, financiamento, corretagem, câmbio, investimento, cigarros, cigarrilhas, charutos, filtros para cigarros, armas de fogo, munições e pólvoras, explosivos e detonadores, bebidas alcoólicas e cervejas sem álcool, cessão ou locação de imóveis próprios;

– Possua débito, ainda exigido, com o Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), ou com as Fazendas Públicas Federal, Estadual ou Municipal; – Esteja sem inscrição ou com irregularidade em cadastro fiscal federal, municipal ou estadual, quando exigível.

Sabia mais assistindo ao vídeo Redução da Burocracia/Direitos do Empreendedor

Quais as vantagens do Simples Nacional?

A arrecadação é feita com uma alíquota única, o que significa para o empreendedor uma redução de 40% da sua carga tributária. O processo de controle e contabilidade é mais simples, não existe necessidade de realizar cadastros municipais ou estaduais. A empresa economiza na folha de pagamento porque não precisa contribuir com o INSS Patronal. E também pode tributar as receitas à medida que recebe as vendas.

Confira a lista de vantagens:

Justiça do Trabalho: o empregador de uma microempresa ou empresa de pequeno porte não é obrigado a comparecer na Justiça do Trabalho. Em vez disso, pode ser representado por uma pessoa que conheça os fatos a serem discutidos. Mesmo que essa pessoa não tenha nenhum vínculo com a organização;

Facilidade para dar baixa: as microempresas e empresas de pequeno porte sem movimento por mais de três anos podem dar baixa nos registros dos órgãos públicos sem precisar pagar débitos tributários, taxas ou multas;

Protesto de títulos: a empresa optante do Simples Nacional possui regras especiais para protesto de títulos, possibilidade de pagamento com cheque e redução de taxas;

Possibilidade de formar SPE (Sociedade de Propósito Específico): com isso, é possível participar de Consórcios Simples para vender ou comprar serviços e produtos;  

Dispensa da DCTF: a empresa também estará dispensada da entrega da apresentação da Declaração de Débitos e Créditos de Tributos Federais (DCTF).  

Assista ao vídeo Parcelamento de dívidas e redução de multas/Direitos do Empreendedor

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16/10/17 Startup # , , , , , ,

Startup: Por Onde Começar?

Startup: Por Onde Começar?

Startup: Por Onde Começar?

É comum ouvirmos o termo "startup" atualmente no mundo empresarial, mas existem, no entanto, algumas divergências em relação à definição exata deste conceito.

Há especialistas que afirmam que qualquer companhia iniciante no mercado se encaixa nesta modalidade. Enquanto outros dizem que é preciso ter sido fundada com custos baixos e ter crescimento acelerado com uma grande lucratividade.

De acordo com especialistas em startups existe uma definição de Steve Blank que é mais atual e que parece satisfazer o mercado.

 

Uma empresa é considerada uma startup quando ainda está em busca de um modelo de negócios viável. Que seja repetível e escalável.

 

*Ser repetível: significa ser capaz de vender o mesmo produto para todos os clientes com potencialidade ilimitada. Sem muitas adaptações ou customizações. Como, por exemplo, o modelo pay-per-view que vende o mesmo filme a qualquer um que queira pagar por ele sem influenciar na disponibilidade do produto.

 

*Ser escalável: consiste em crescer em receita significativamente. Sem influenciar no modelo de negócios e com custos crescendo mais lentamente acumulando lucros.

Mas por onde começar?

Atualmente, mais brasileiros tem se interessado por ter o próprio negócio. Buscar por soluções que auxiliem a alcançar este sonho. Existem no país pessoas com ideias inovadoras e pouco capital de investimento, que acabam por desistir do seu negócio por não saberem como levar o projeto adiante.

 

Veja os três passos importantes para o desenvolvimento de uma startup

1 – Ideação

Como em qualquer projeto, tudo começa com uma boa ideia. Nessa fase, conversar com diferentes pessoas, trocar informações e participar de eventos nos ajuda a saber se estamos no caminho certo. Não busque fazer só “o que está dando certo no mercado”. Procure avaliar bem suas competências, habilidades, talentos e paixões, pois o que mais conta é sua capacidade de execução do projeto.

 

Participar de grandes eventos sobre startup garantem um maior conhecimento do assunto. Confira o artigo e saiba mais sobre o Startup Weekend.

 

Antes de dar os próximos passos na construção e implementação da ideia certifique-se com os clientes reais, “saia do prédio” para conversar com eles e aprender mais sobre a fatia de mercado que pretende alcançar. Isso poupará tempo e dinheiro nas próximas etapas do projeto.

De forma geral, uma boa startup precisa basicamente de quatro competências bem definidas. Gestão, tecnologia, operações e vendas. No entanto, é pouco provável que apenas uma pessoa  exerça todas as funções simultaneamente, por isso, busque formar uma equipe qualificada que te ajudará a complementar suas habilidades.

2 – Operação

Para a segunda etapa do projeto é importante ter um acordo de sócios. Uma das principais causas de falhas em startups está no desentendimento entre sócios.  Mariana Vasconcelos, CEO da Agrosmart, aconselha elaborar dois contratos, um deles sendo oficial onde deve estar claro quais os direitos e deveres de cada sócio, as regras de saída da empresa, entre outros. O outro contrato é um informal, para conhecer um ao outro, quais as expectativas, as crenças e os limites de cada um.

Um dos principais desafios de uma startup em fase inicial é encontrar um modelo de negócios funcional para o projeto. Esse modelo é formado por um conjunto de elementos, como proposta de valor, clientes, parceiros, atividades, recursos, fontes de receita e estrutura de custo. Para encontrá-lo é necessário realizar diversos testes a partir de pesquisas preliminares, pré-venda, ofertas não automatizadas, dentre outras formas.

Conheça suas métricas, compreenda quais as mais importantes para o seu negócio e utilize-as como direcionador para ajustar e otimizar seu modelo de negócio. Entretanto, cada tipo de negócio possui uma métrica mais adequada. Como por exemplo, em e-commerces, a taxa de conversão de visitantes em compradores, por canal de marketing utilizado, bem como seus respectivos custos de aquisição.

Após escolher o melhor modelo de negócio, é importante considerar que pode ser necessário algum investimento ao longo da vida da startup, pois permite aceleração maior da empresa . Assim como selecionar investidores que ofereçam, além do capital investido, “know-how” para ajudar no negócio.

3 – Tração

Construa uma cultura e valorize sua equipe. Um dos pontos mais importantes de uma startup em fase de crescimento é a manutenção de sua cultura. Que é capaz de atrair profissionais não apenas por dinheiro, mas por um propósito em comum.

Após ter delimitado o modelo de negócio adequado para sua startup e definido a cultura da organização, não tenha medo de expandir seu projeto. O CEO da Pipefy Alessio Alionço afirmou que a marca já nasceu global desde o primeiro dia e que isso permitiu atingir um número de usuários em um mercado muito maior e acessar recursos também em nível global.

 

Conheça a startup que surgiu em Bauru com objetivo de melhorar as condições de saúde da população no nosso artigo.

 

Lembre-se,  o objetivo de uma startup é deixar de ser uma startup. Possuir uma rede de contatos ativa que possibilita trocar informações e experiências com profissionais do mercado. O Meepe Business Networking tem o propósito de aproximar e criar negócios por meio de relacionamento entre os empresários. Venha fazer parte desta rede e fortalecer os seus negócios! Meepe Conectando Pessoas e Negócios.

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