27/07/18 Negócios , Pequenos Negócios , Startup # , , ,

A história da garota que aos 13 anos é CEO de sucesso

A história da garota que aos 13 anos é CEO de sucesso

MikailaUlmer começou seu negócio aos 4 anos vendendo limonada com mel. Hoje aos 13 anos ela comanda uma marca conhecida de bebidas!

MikailaUlmer começou seu negócio aos 4 anos vendendo limonada com mel, seguindo a receita de sua bisavó, na porta de sua casa. Hoje aos 13 anos ela comanda ao lado dos pais uma marca conhecida de bebidas.

 

Com limonadas em mais de 500 lojas dos Estados Unidos, MikailaUlmer conta que tem pouco tempo para estudar. Afinal de contas, a garota precisa se dedicar ao seu negócio, do qual é fundadora e chefe. Ela divide seu tempo entre a escola e as palestras que ministra sobre empreendedorismo. “Às vezes, tenho que faltar aula para dar uma entrevista, viajar ou participar de um programa de televisão. Outras vezes perco alguma coisa porque tinha uma prova ou algum projeto da escola.”

Mikaila é uma das empresárias mais jovens de seu país e vende 360 mil garrafas de sua limonada por ano em lojas caras. A garota toca seu negócio com base em Austin, no Texas, desde os 4 anos de idade.

Receita de sua bisavó

Em 2009 Mikaila instalou uma mesinha em frente à casa que morava e começou a vender a bebida que é uma receita de sua bisavó.  Por conter mel na receita, a garota foi picada duas vezes em duas semanas. Seus pais então disseram a ela que, ao invés de entrar em pânico, Mikaila deveria pesquisar a importância das abelhas para o ecossistema. Esse fato inspirou a garota a doar parte do dinheiro das vendas para organizações que protegem as abelhas e produzem mel.

No início, Mikaila começou a vender sua limonada para uma pizzaria local. Algum tempo depois, o negócio começou a crescer. “No início era só eu, espremendo limonada na minha barraca, mas aí meus pais desenharam uns adesivos legais para os copos. À medida que o negócio foi crescendo, tive que dizer ‘não consigo fazer isso sozinha’, e foi aí que tive que começar a pedir ‘mãe, pai, como eu faço uma logomarca? E como acho uma fábrica? E onde tem mais lojas?”,conta Mikaila.

Os pais da garota possuem formação em administração, o que com certeza fez a diferença para o sucesso do negócio. Segundo Mikaila, o diferencial foi o trabalho em equipe. “Somos co-CEOs porque eu tomo as decisões que meus pais não tomam e eles tomam as que eu não tomo”.

 

A grande oportunidade de expandir o negócio

Em 2015 a empresa de Mikaila assinou contrato com a rede de supermercados WholeFoods. De acordo com JennaGelgand, do WholeFoods”A Mikaila e a empresa chamaram nossa atenção por vários aspectos. A empresa tinha um produto único, gostoso, e uma fundadora entusiasmada e uma missão social. Ficamos impressionados na mesma hora com a Mikaila, uma jovem empreendedora com visão para conscientizar sobre a importância da polinização.“

Ainda em 2015 Mikaila participou do programa SharkTank, no qual empreendedores devem vender suas ideias em busca de investidores. A garota conseguiu convencer um dos jurados a investir U$ 60 mil (cerca de R$ 227 mil). Após dois anos, um consórcio de jogadores de futebol americano investiu mais U$ 800 mil (pouco de mais de R$ 3 milhões).

Mikaila quer começar mais negócios, mas também quer estudar. “Eu gosto de ficar pensando em nomes e logos, essa é a parte mais divertida. “

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11/06/18 Pequenos Negócios # , , , ,

Aplicativos que facilitam a vida do microempreendedor

Aplicativos que facilitam a vida do microempreendedor

Gerenciar vendas, horas de funcionários, organizar finanças etc. Muitas são as tarefas para um microempreendedor que, às vezes, tem que administrar a sua empresa sem a ajuda de muitos colaboradores. Para resolver esses pequenos dilemas existe a tecnologia! No artigo dessa semana vamos apresentar alguns aplicativos que existem para auxiliar a rotina do microempreendedor.

Com tantas opções no mercado, o professor da Escola Superior de Empreendedorismo do Sebrae-SP, Jaercio Barbosa, afirma que é preciso saber quais são as necessidades específicas da empresa.

“Com tantas opções, se você tentar solucionar todos os problemas de uma só vez, provavelmente não resolverá nenhum. Por isso, foco é fundamental”, Barbosa.

Após ver o problema, é recomendável procurar os aplicativos que tenham maior quantidade de usuários, comentários e boas avaliações.  “Caso o empresário não tenha indicação direta de alguém que confie, uma das melhores alternativas para começar a usar é ler os comentários e avaliações dos próprios usuários. Poder usá-lo em vários dispositivos facilita muito a vida do empreendedor e ajuda a dar segurança, pois as informações estarão com ele no momento em que precisar. Assim, é importante verificar se o aplicativo tem uma versão mobile e para o computador”, indica.

 

Planejamento e comunicação interna

Quando tratamos desse assunto uma ferramenta indicada é o Trello.  Sistema de quadro virtual para gerenciamento de tarefas que segue o método “kanban”.  Permite por meio da criação de diferentes quadros e colunas adicionar cards das tarefas. Facilitando a visualização das demandas pelos colaboradores.

Para a coordenadora do Centro de Empreendedorismo da FAAP, Alessandra Andrade, outra boa opção para melhor organização são as agendas compartilhas do Outlook e até mesmo do e-mail da Apple.

“O empreendedor consegue não só verificar seus e-mails no computador ou no smartphone como também pode compartilhar a agenda com outras pessoas, otimizando o tempo”, afirma.

Agora se o problema é armazenamentos e envio de arquivos, uma das opções mais utilizadas é o Google Drive. Serviço oferecido pelo Google que possibilita que os arquivos sejam compartilhados com colaboradores por meio da conta do Google. O gestor que utiliza essa ferramenta pode decidir o nível de permissão de cada pessoa. Escolhendo quem pode visualizar, editar e comentar.

“O Google Drive é muito completo e fácil de gerenciar para guardar os arquivos na nuvem. Na realidade, todas as ferramentas do Google são muito fáceis e acessíveis, como o Google Docs – quando pessoas selecionadas podem editar o mesmo documento ao mesmo tempo – e o Google Forms, que cria formulários”, afirma Bruno Portela, professor associado de Marketing da Fundação Dom Cabral.

Todas essas plataformas estão disponíveis para aparelhos com android, iOS e nos computadores. E o acesso é gratuito. Não perca tempo! Comece a utilizá-las e veja qual é a melhor para o seu negócio!

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14/05/18 Pequenos Negócios

Conheça o perfil dos empreendedores de negócios de impacto social

Conheça o perfil dos empreendedores de negócios de impacto social

Empreender é o sonho de muita gente! Principalmente das pessoas que procuram iniciar um negócio que tenha impacto social. Veja em nosso artigo o perfil dos empresários que buscam provocar mudanças sociais.

O que são empresas de impacto social?

Quando tratamos de negócios sociais, estamos lidando com iniciativas financeiramente sustentáveis, administradas por pequenos negócios, como bjetivos econômicos e de caráter social e/ou ambiental que contribuam para mudar a realidade de populações menos favorecidas e que pleiteiam o desenvolvimento da economia.

 

Pesquisa “Negócio de Impacto Social”

Segundo pesquisa realizada pelo Sebrae,“Negócios de Impacto Social e Ambiental”, “as empresas de impacto social são uma oportunidade crescente no país ao possibilitar soluções relacionadas a desafios sociais ou ambientais, como a geração de renda e de trabalho, considerando a viabilidade econômica com base em estratégias e modelos de negócios”.

Segundo dados divulgados, 39,5% dos empreendedores têm graduação mais elevada do que nível superior completo. Quase 55% trabalham sozinhos, 17,2% possuem de dois a cinco funcionários e 15,6% têm apenas um colaborador.

As áreas de atuação? Educação (37,1%), seguida por treinamento – acesso a trabalho e renda (25,8%), cultura (22,6%), economia criativa e artesanato (19,4%).  Segmentos inovadores como cidades inteligentes (11,3%) e economia verde (8,1%) também se destacam entre aqueles com maior predominância no Brasil.

A diretora técnica do Sebrae, Heloisa Menezes, afirma que esses negócios “são inovadores, que atuam de forma transversal em todos os setores produtivos e nas cadeias de valor. Eles são liderados por empreendedores empenhados em gerar trabalho e renda, o que gera impacto positivo principalmente em comunidades de baixa renda, transformando realidades e contribuindo para o desenvolvimento local”.

Firgun: um exemplo de negócio de impacto social!

Um exemplo de empresa de que tem o objetivo de impactar a sociedade, é a Firgun. Que foi idealizada e fundada por Fábio,que é engenheiro eletricista pela Escola Politécnica da USP. O profissional teve a ideia de abrir algo para a atuação na área de educação financeira, para facilitar o acesso de microempreendedores ao capital produtivo.

“Queremos facilitar o acesso ao microcrédito para empreendedores de baixa renda. Fazemos isso por meio de uma plataforma de empréstimo coletivo para captar esses valores pela internet”, explica Lemuel Simis Pilnik, que gerencia a Firgun junto a Fábio Takara.

Lemuel e Fábio explicam que a Firgun funciona da seguinte forma “o empreendedor em busca de microcrédito passa por uma triagem. Após ser aprovado, é delimitado o valor da campanha e em quantas vezes o empreendedor vai pagar o financiamento. Assim, a campanha é criada e as pessoas interessadas podem fazer doações com valores a partir de R$ 25,00. Todo o valor doado é pago pelo próprio empreendedor e, quando os investidores recebem o dinheiro de volta, podem optar por apoiar um outro projeto – multiplicando o impacto social por meio do seu recurso”.

 

Nós do Meepe, acreditamos que empresas de impacto social são essenciais para a nossa sociedade.  Se você tem esse tipo de empresa e tem o desejo de conhecer empreendedores engajados e dispostos a crescer, venha tomar um café conosco!

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29/01/18 Pequenos Negócios # , , ,

Meepe Networking: estímulo ao desenvolvimento local

Meepe Networking: estímulo ao desenvolvimento local

Você já deve ter pensado que ao consumir ou adquirir um produto/serviço de uma empresa o retorno do seu investimento será revertido somente para o proprietário do negócio. No entanto, o cenário é outro. Por vivermos em sociedade, uma simples atitude - como a compra de uma mercadoria- altera a dinâmica econômica e social. Em nosso artigo, vamos mostrar como isso ocorre! Você sabia que ao consumir do pequeno empreendimento do seu bairro a comunidade inteira sai ganhando?

Pense no seu trajeto diário. Acordar, levar os filhos para a escola, ir para o trabalho, almoçar, ir ao médico etc. Em todo o seu percurso provavelmente você teve contato com inúmeros comércios. Como padarias, marmitarias, docerias, centros automotivos, lojas de roupas, dentre outros. Já percebeu que em sua maioria esses empreendimentos são de pequeno a médio porte e que eles ajudam e muito no momento em que estamos com pressa e não podemos perder tempo com grandes deslocamentos?

No Brasil, uma das principais características das nossas empresas é o fato delas serem pequenas e presentes na comunidade em que estão inseridas. Com isso, surge o conceito de desenvolvimento local. Esses negócios acabam tendo uma função social – que os especialistas chamam de desenvolvimento local.

Segundo a especialista Elizete Rangel, desenvolvimento local é quando o cidadão tem uma vida digna. Com acesso aos direitos civis, à educação de qualidade e à oportunidades de trabalho e renda. A experiência em diversos territórios no Brasil e no mundo demonstra que essas conquistas não ocorrem em curto prazo. Elas são construídas no âmbito de um amplo processo de melhoria contínua da qualidade de vida de um território pelos moradores.

 

E o que esse conceito tem haver com o mundo empresarial?

Tudo! Como o desenvolvimento local prevê a melhoria na qualidade de vida dos cidadãos, uma empresa influencia e muito nisso. Primeiro porque os pequenos e médio negócios representam 98% das empresas brasileiras, responde por 27% do Produto Interno Bruto (PIB, soma dos bens e riquezas produzidos em um país) e por 52% do total de empregos com carteira assinada. Ou seja, uma das grandes responsáveis por movimentar a economia e gerar empregos. Principalmente por absorver a mão de obra mais facilmente dos profissionais e trabalhadores que o mercado embaraça a recolocação. Por exemplo, as pessoas que possuem mais de 40 ou 50 anos, ou até mesmo aquelas com pouca qualificação profissional e com dificuldade para conseguir o primeiro emprego etc.

Além disso, o gerente de atendimento do Sebrae – Enio Pinto, destaca outra vantagem desse tipo de empreendimento.

 

“Com o pequeno, você tem a possibilidade de fazer uma compra mais customizada”. “Os donos dos pequenos negócios chamam você pelo nome, conhecem seus hábitos de consumo. A possibilidade de trazer satisfação é maior do que a das grandes corporações, porque os pequenos estão inseridos no dia a dia do bairro”, afirma.

 

Seguindo esse mesmo discurso, José Eugênio Vieira, Superintendente do Sebrae do Espírito Santo, comenta que comprar do pequeno comerciante significa valorizar aquele estabelecimento que já faz parte do seu dia a dia. Seja a padaria que você toma café todos os dias ou aquela mercearia que começou com o mínimo de produtos, mas hoje já se expandiu e se tornou o mercado do bairro.

Campanha SEBRAE

Em 2015, O Sebrae (órgão responsável por auxiliar os pequenos empreendedores em seus negócios), realizou uma campanha de incentivo aos consumidores para priorizarem produtos e serviços de pequenos negócios. As justificativas utilizadas na campanha, foram:

  • 1 – Comodidade – por ser perto de casa facilita a vida do cidadão moderno
  • 2 – Economia- o dinheiro do comércio local fica no bairro
  • 3 – Social- o pequeno negócio desenvolve a comunidade

 

Ou seja, o desenvolvimento é de todos- desde do proprietário até o consumidor final. Aprenda um pouco no vídeo desenvolvido pelo Sebrae:

O Meepe acredita muito na importância das empresas para o estímulo do desenvolvimento local. Somos um grupo de networking, composto por pequenos e microempreendedores de empresários de Bauru e região para fazerem seus negócios crescerem e desenvolverem a cidade, trazendo todas essas vantagens que discutimos ao longo desse artigo.

Se você se interessa pelo mundo dos pequenos negócios continue acompanhando a nossa página e venha nos conhecer!

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14/07/17 Dicas e Guias , Palestras , Pequenos Negócios # , , , , , , , , ,

De empresário para empresário: O Marketing para pequenas empresas

De empresário para empresário: O Marketing para pequenas empresas

Em um cenário de incentivo ao empreendedorismo, as pequenas e médias empresas estão cada vez mais dispostas a crescer. Por esse motivo, investem em gestão, finanças, recursos humanos e afins. Mas quando o assunto é marketing essas empresas muitas vezes deixam a desejar. Prejudicando assim o seu próprio crescimento.

 

Ao contrário do que muitos empresários pensam, mesmo não tendo um departamento de marketing dentro da empresa, é possível definir algumas ações para a sua equipe que vão ajudar a fortalecer seu negócio.

Inicialmente, para desenvolver um plano de marketing e comunicação que seja eficiente não é preciso de altos investimentos. O primeiro passo é saber quem é o seu público, quais são as expectativas e demandas do cliente, o que ele espera com o seu produto ou serviço e quais são as características mais valorizadas, a faixa etária, classe social, consumo de mídias e etc.

Ao ter o conhecimento dessas informações, você saberá direcionar as suas escolhas de marketing, definindo as melhores estratégias de abordagem, garantindo que a mensagem seja relevante para o seu público e que chegue até ele de forma adequada.

 

Dicas de como estratégias simples de marketing podem melhor seu negócio.

Após ter o conhecimento do seu público, Nelson Rodrigues, comenta sobre algumas dicas que pode te ajudar a impulsionar seus negócios.

 

  1. Ofereça um bom atendimento

A imagem que seu cliente leva da sua empresa é tão importante quanto o produto. Seja durante ou após o processo da venda. Por isso, o bom atendimento é algo indispensável. Isso inclui responder às solicitações e reclamações dos consumidores com agilidade e manter um canal direto entre eles e a empresa.

 

Oriente a sua equipe da importância do bom atendimento e tenha respostas rápidas para atender dúvidas. Com um atendimento bem definido, fica mais fácil receber sugestões de mudanças e melhorias.

 

  1. Parcerias

Uma boa estratégia é fechar parcerias com outras empresas. Principalmente se esta possuir alguma relação com seu negócio.

Uma loja de roupas pode divulgar seus serviços junto com uma loja de sapatos, por exemplo. Lembrando-se que esta parceria deve ter uma relação onde ambos ganham. Onde você e seu parceiro têm benefícios concretos.

 

  1. Conheça a concorrência

Além de ter o conhecimento sobre o seu público, é de extrema importância que você saiba sobre seus concorrentes e o que eles têm feito no mercado. Afinal, em um mercado cada vez mais competitivo, até mesmo os mínimos detalhes podem ser responsáveis por direcionar a escolha de um cliente para uma marca em detrimento da outra.

 

Busque seus principais competidores do mercado. Saiba quais são seus pontos fortes, seus diferenciais e o que influencia a escolha dos clientes.

 

Visite os seus estabelecimentos, navegue nos sites de cada uma delas, entenda em que ponto vocês são parecidos e onde se diferem. Com essas informações, será mais fácil traçar a estratégia de marketing mais adequada ao seu mercado.

 

Lembrando-se que você pode e deve se inspirar em outras empresas, mas com ética e atenção para não perder a essência do seu negócio.

Seguindo essas dicas você poderá dar um grande passo e começar a enxergar e implantar o marketing de outra forma em sua empresa!

 

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23/06/17 Dicas e Guias , Pequenos Negócios # , , , , , ,

Empresas podem se unir sem perder a sua particularidade

Empresas podem se unir sem perder a sua particularidade

empresas unidas

Saiba como

Com o intuito de se tornarem competitivas diante das grandes organizações, as micros e pequenas empresas têm sentido a necessidade de se unirem. Essa união pode se dar de diferentes formas. As formas mais corriqueiras de se estreitar laços entre as organizações acontecem por meio da participação por meio de associações, centrais de compras e cooperativas.

Outra maneira bem recorrente desse tipo de união é por meio de centrais de compras. Esse método se dá quando as empresas fazem pedidos unificados aos fornecedores para conseguir descontos nas compras.

Outra metodologia que vem sendo utilizada é a Central de Negócios. Desenvolvida pelo Sebrae, consiste na união de micro e pequena empresa de um mesmo segmentos para vender e comprar . Nesse método mesmo atuando de forma independente, as organizações podem se unir e comprar com os mesmos fornecedores e conquistar o mercado consumidor por meio de campanhas publicitárias em comum.

grupo de contato

Veja 5 formas de unir empresas

 

  1. Associações. Entidades sem fins lucrativos que reúnem empresas de um mesmo setor de atividade. Tem objetivo de dar voz aos empresários diante do poder público e aumentar a visibilidade no mercado. Não podem efetuar compras em nome dela, mas os associados podem formar centrais de compras internamente para conseguir descontos com fornecedores.
  2. Centrais de compras. Empresas concorrentes ou de atividades complementares podem se organizar para fazer compras em grupo. Com mais empresários comprando do mesmo fornecedor, o poder de barganha aumenta e é possível conseguir descontos nos pedidos.
  3. Cooperativas. Normalmente, são formadas por trabalhadores autônomos que, sozinhos, não têm muita capacidade para negociar com fornecedores e clientes. É preciso um número mínimo de 20 cooperados para existir. A diretoria, eleita por votação, faz as compras e as vendas e repassa os custos e os lucros para os cooperados. Não têm fins lucrativos.
  4. Fusão. Duas ou mais empresas se unem e deixam de existir no mercado para formar uma nova marca. Aumenta o poder de negociação com fornecedores, a variedade produtos e reduz custos com funções repetidas, como contadores e advogados.
  5. Incorporação. Duas ou mais empresas se juntam e apenas uma delas continua a existir no mercado, enquanto as demais envolvidas no negócio são absorvidas. É comum muitas fusões se darem pelo processo de incorporação para fugir da burocracia para abertura de uma nova empresa. (fonte UOL Notícias)

Além dessas formas, outra maneira que as micros e pequenas empresas têm utilizado de outras maneiras para se unirem. Uma delas é por meio do networking. Ao se relacionar em uma rede de contatos, empresários podem se aliar e conseguir vantagens juntos. Como a compra de produtos e serviços. Venha fazer parte do nosso grupo Meepe de Networking.

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