04/06/18 Dicas e Guias # , , , ,

Feedback no ambiente empresarial: saiba a importância dessa prática

Feedback no ambiente empresarial: saiba a importância dessa prática

Como em todo ambiente de trabalho, sempre temos que dar satisfação das coisas que fazemos. Pois estamos lidando com o outro. No entanto, nem sempre esse processo é fácil. Nem todas as pessoas sabem dar um feedback. Seja ele positivo ou negativo.

O Feedback no local de trabalho é um ato que tem o intuito de dar um retorno para o colaborador sobre o seu desempenho. É uma maneira de aprimorar as habilidades dos colaboradores, encorajar a solucionar possíveis problemas. Mas, para que isso aconteça de maneira eficaz, é preciso que seja feito da forma correta.

Segundo um estudo global do Top Employers Institute, realizado com mais de 600 empresas em 99 países, o feedback é considerado pelos profissionais como a melhor prática para medir desempenho. Entre os entrevistados, a maioria afirmou que prefere os processos mais transparentes de estabelecimento de metas e retornos com maior frequência dentro dos processos de avaliação, em comparação às tradicionais revisões anuais de desempenho.

Mas, apesar da importância dessa prática, que todos terão que enfrentar independentemente da carreira, ninguém aprende isso na faculdade. Por esse motivo, são poucas as pessoas que sabem criticar ou fazer elogios de forma eficiente.  Grande parte das pessoas falam do desempenho alheio de forma equivocada. O que pode gerar raiva e ressentimento no outro indivíduo. E é claro, fica muito difícil ter a mudança de comportamento desejada.

Para João Marcelo Furlan, CEO da consultoria Enora Leaders, além da falta de aulas na escola sobre comunicação e relacionamento, as características individuais também têm relevância nesse tipo de conversa.

 

“Quando a pessoa tem baixa inteligência emocional, ela terá muito mais problemas para dar feedback, e também para receber.  Escutar críticas é fundamental para o crescimento de qualquer profissional. Além disso, quem consegue ouvir comentários alheios sobre si de forma tranquila tem mais facilidade para fazer o mesmo com os demais sem machucá-los”.

  

Qual a melhor forma de dar um feedback?

De acordo com o psicoterapeuta Luiz Fernando Garcia, presidente da empresa de treinamento Cogni-MGR, em entrevista para a Exame, um dos erros mais comuns é adotar um tom acusatório no seu comentário. Não se trata de gritar ou usar palavras fortes: basta começar a frase com palavras como “Você foi” ou “Você fez” para involuntariamente ligar um alerta de ameaça na cabeça do outro.

Por exemplo, ao invés de falar para o seu colega de trabalho “você me desrespeitou”, fale ” eu me senti desrespeitado”, explica o psicoterapeuta. Tudo isso porque quando trazemos para nós a responsabilidade por aquela sensação, a outra pessoa se sente aliviada e acaba tendo uma postura menos defensiva.

Ainda segundo Luiz, outro erro recorrente é fazer suposições com tom de verdade. É aconselhável utilizar frases com tom hipotético, tais como “me ocorreram vários pensamentos, como…”. “Esse tipo de afirmação, sem julgamento prévio, ajuda a desarmar o outro. Você evita que o indivíduo seja controlado pela atividade cerebral das amígdalas, responsáveis por desencadear reações emocionais”.

Mas, um dos erros mais graves, é o feedback em tom genérico. Frases pouco específicas e vagas, como “o problema é esse seu jeito”, podem envenenar qualquer relação profissional por tempo indeterminado.

 

“O feedback tem que ser específico, concreto, claro, simples, em tom de narração”, diz o psicoterapeuta. “Algo como: Na quinta-feira, por volta das 9h da manhã, nós nos encontramos no corredor e você me disse que entregaria o relatório do mês por volta do meio-dia, que não chegou ao meu e-mail nesse horário. Às 14h, não encontrei mais você, e precisei me apresentar diante da diretoria sem o relatório”.

 

Ainda mais se a atitude é recorrente. Como o colaborador vai melhorar o seu comportamento? Segundo Garcia, uma das ações é começar “a enumerar situações, aquele relatório que faltou em abril, aquele projeto em maio, a apresentação de junho, e por aí vai”, explica. Traga sempre situações pontuais, particulares, mesmo que elas apontem para uma situação que teoricamente poderia ser generalizada.

Ou seja, são detalhes que fazem toda a diferença. Uma outra dica é iniciar uma conversa falando de algo positivo do funcionário para depois falar o ponto negativo e após finalizar com o elogio.

O que não pode é não saber se comunicar e deixar os problemas pequenos crescerem.


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28/05/18 Dicas e Guias # , , , , , ,

Sua empresa está preparada para a revolução tecnológica?

Sua empresa está preparada para a revolução tecnológica?

Se você é empresário provavelmente já ouviu falar que precisa estar atualizado e preparado para lidar com as inovações tecnológicas que aparecem no mercado cada vez mais competitivo. Realmente essa informação está correta, desde a primeira revolução industrial, o mercado se modifica constantemente, e as empresas que não se preparam ficam para trás. Mas, com tantas mudanças, em qual patamar a sua organização se encontra?

Entre 1760 e 1840 aconteceu a primeira revolução industrial. Época que foi impulsionada pela máquina a vapor e pela construção de ferrovias e das rodovias. No final do século XIX e início do século XX com a produção em massa, desenvolvimento da energia elétrica e as novas técnicas de administração e produção veio a segunda revolução industrial. Em 1960, com a evolução da tecnologia da informação e comunicação, vem a terceira revolução industrial. Período que se estende até hoje e que causa espanto para muitos. Afinal, as mudanças são imensas com o advento dessas tecnologias, como a alteração de toda a dinâmica de trabalho, a forma de relacionamento entre os clientes e as organizações. Que pedem mais transparência, redução de processos etc.

Mas, o que as pessoas não perceberam é que, com tantas mudanças vindas dessas revoluções, já estamos vivendo uma nova fase: a 4º Revolução Industrial (revolução digital). E que com ela temos inúmeras oportunidades e novos desafios para as empresas. As tecnologias que estão sendo desenvolvidas como Inteligência Artificial, Big Data, IoT (Internet ofThings), Robótica etc, podem trazer impactos que muitas vezes não calculamos. Isso, devido à velocidade da transformação de tudo. Ou seja, a evolução científica está evoluindo exponencialmente. Enquanto que no passado, evoluía de forma linear.

Mas, como a minha pequena empresa pode se preparar para tudo isso?

Muitos empresários de pequenos negócios podem estar imaginando “como posso estar preparado para o uso de novas tecnologias se não tenho recursos nem para fazer investimentos básicos?”. Sabemos que certas informações podem assustar mesmo. Por esse motivo, é preciso compreender que a nova revolução tecnológica está impactando as empresas de forma heterogênea. Afinal, em cada país as “revoluções industriais” acontecerão de forma diferente.

O que explica porquê há regiões e empresas em estágio mais avançado no uso das novas tecnologias, e outras regiões e empresas que ainda estão bem atrasadas. O primeiro passo então, é fazer uma análise do seu negócio e do ambiente em que está inserido. Para assim, detectar como está em relação ao uso de novas tecnologias e a capacidade de inovação dos produtos e serviços.

E junto com isso, proporcionar uma cultura organizacional que incentive a criatividade e inovação tecnológica. É necessário que as pessoas se adequem aos novos tempos, sendo preciso muitas vezes mudar a visão, a missão, os valores, a estrutura de poder etc.  Ou seja, o objetivo deve ser a transformação da empresa. Para que ela seja mais ágil, flexível, dinâmica e criativa.

Em conjunto com tudo isso, vem a busca por conhecer as novas tecnologias que podem impactar a sua empresa. Cabe aí a utilização de novas ferramentas de Open Innovation, inovação aberta, envolvendo pessoas e instituições externas do chamado ecossistema de empreendedorismo e inovação, para potencializar a capacidade de inovação do seu negócio (PORTAL TERRA).

E por fim, tenha em mente por meio do planejamento estratégico da sua empresa, o que você quer para o futuro. Assim, fica mais fácil saber qual desenvolvimento tecnológico é necessário para sua organização. Afinal, não é toda empresa que irá utilizar robôs e inteligência artificial. Mas, esses e outros recursos existem e estão aí. Basta estar preparado para utilizar a tecnologia a seu favor.

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21/05/18 Dicas e Guias # , , , ,

Conheça os principais impostos de uma microempresa

Conheça os principais impostos de uma microempresa

Contratação de funcionários, reunião com cliente, organização das finanças, regulamentação da empresa, idas ao banco, enfim, muitas são as demandas de uma empresa. Muitas vezes, em meio a tantos afazeres é comum que o microempresário esqueça ou se perca em uma das principais obrigações – o pagamento de impostos. Em nosso artigo, vamos apresentar os principais impostos de uma microempresa.

Abriu uma empresa ou faz pouco tempo que ela está aberta? Fica perdido com a quantidade de impostos que as pessoas falam que você tem que pagar? Antes de ir ao contador, veja agora os principais impostos que você irá encontrar durante o gerenciamento de seu negócio!

Em síntese, de acordo com o Sebrae:

Esses são os principais tributos que pagamos, que estão dentro de regimes tributários que concentram todos eles. Cada tipo de empresa se enquadra em um, veja abaixo as principais características:

 

Simples Nacional

Esse imposto se aplica às microempresas, empresas de pequeno porte e microempreendedores individuais. A cobrança dessa taxa reúne os principais tributos em um só boleto. A alíquota de arrecadação é definida de acordo com o faturamento da empresa, e fica entre 16 e 22%. Em agosto de 2017, o Comitê Gestor do Simples Nacional regulamentou um aumento do teto anual de faturamento para as empresas se enquadrarem nas regras. Os valores válidos a partir de 2018 são:

– Microempreendedor Individual: até R$ 81 mil;

– Microempresa: até R$ 900 mil;

– Empresa de Pequeno Porte: até R$ 4,8 milhões.

Lembrando que todos os estados e municípios tem participação obrigatória no Simples. No entanto, o teto de faturamento pode variar para cada região.

 

Agora se a sua empresa possui um faturamento superior ao exigido pelo Simples, deverá optar por algum dos dois impostos: Lucro presumido ou Lucro Real.  A opção por esses regimes tributários afeta nos seguintes tributos: IRPJ, CSL, PIS e CONFINS. Já os impostos IPI, ICMS, ISS e o INSS não sofrem alterações.

De acordo com o Sebrae, algumas empresas devem obrigatoriamente optar pelo regime do Lucro Real devido a atividade que exercem. Por exemplo, instituições financeiras (factoring) ou por ter um lucro anual superior à 48 milhões.

 

Lucro presumido

De acordo com o portal Contabilizei, quando tratamos de Lucro Presumido, estamos lidando com um regime tributário disponível para quase todos os tipos de negócios. Exceto bancos e empresas públicas.  Serve para empresas que têm o faturamento de até 78 milhões de reais por ano.

A margem de lucro utilizada para o cálculo desse tributo é prevista pela legislação e varia de acordo com a atividade. Esta modalidade de tributação pode ser vantajosa para empresas com margens de lucratividade superior a presumida, podendo, inclusive, servir como instrumento de planejamento tributário. Empresas que possuam boa margem de lucro podem, respeitados eventuais impedimentos, utilizar-se do Lucro Presumido. Vale nesse caso conversar com o seu contador que ele informará se esse tributo serve para você!

 

Lucro Real

Como já mencionamos, alguns negócios fazem a opção por esse regime pela natureza de seu negócio. Os empresários que fazem a opção pelo Lucro Real, devem ter um faturamento superior ao 78 milhões ao ano. Nesse regime, o IRPJ e a CSLL são calculados em cima do lucro efetivo. Lembrando que tudo isso é feito com o auxílio de um contador!

 


Ufa, quanta coisa! Quando pagamos impostos estamos contribuindo para que esse dinheiro seja efetivo para o desenvolvimento de nosso país.

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07/05/18 Dicas e Guias # , , , , ,

Encontre o emprego dos sonhos dentro de você e seja feliz

Encontre o emprego dos sonhos dentro de você e seja feliz

Você trabalha, trabalha e trabalha e fica esgotado. Vê amigos felizes nos seus locais de trabalho e questiona se o emprego dos sonhos existe e se o problema está em você por não descobri-lo? Saiba que esse dilema não é só seu! No mundo inteiro esse questionamento está presente. E especialistas estão desvendando mais sobre esse tema. Confira em nosso artigo!

Imagine que você é jovem e conquista o emprego dos seus sonhos. Mas que após um tempo percebe que na verdade o sonho era dos outros e não o seu. Foi assim que aconteceu com Sophie Brown. Aos 24 anos a jornalista conquista o emprego dos sonhos em um importante site internacional de notícias. A profissional trabalhou muito para chegar até lá. Seguiu o conselho de todos- pais e professores. No entanto, ela odiava a vida que estava levando.

“Eu odiava o emprego e as pessoas lá”, diz ela. “A ideia é que eu continuasse subindo e quando conseguisse uma promoção eu seria mais feliz, ou quando conseguisse um aumento as coisas seriam mais fáceis”. Mas a realidade mostrava outra história. Trabalhando noites adentro, de manhã cedo e nos finais de semana… “Eu não passei tempo algum com a minha família durante anos e percebi que esse emprego dos sonhos no qual eu trabalhei tanto, na verdade não era nada do que eu queria”, afirma.

O desfecho? A demissão.

A Felicidade depende de nós!

De acordo com a consultora de felicidade, Samantha Clarke (profissional paga para auxiliar as empresas a fazerem seus funcionários felizes) “todos nós somos agentes da nossa própria felicidade profissional”, afirma. “Depende de nós ir lá e descobrir o que funciona e o que não funciona para nós, sabe, começar a comandar de verdade a nossa vida.”

Um dos motivos que contribuem com esse cenário de insatisfação é o uso das redes sociais. Muitas pessoas acreditam que a vida e a felicidade de Instagram é constante na vida das pessoas. E olham a vida do outro sem saber que tudo tem suas vantagens e desvantagens.

Por exemplo, muitas pessoas acreditam que trabalhar em casa é sinônimo de trabalhar menos. No entanto, há indícios de que isso pode ser contraditório. A pesquisa conduzida por Alan Felstead, professor da Faculdade de Ciências Sociais da Universidade de Cardiff, no Reino Unido, apresentou o seguinte resultado: funcionários que trabalham remotamente são mais felizes profissionalmente. Eles são mais entusiasmados com suas tarefas e mais comprometidos com a organização para a qual trabalham.

“A suposição mais comum é que trabalhar de casa significa burlar as regras, ser folgado”, diz Felstead. “Mas as evidências mostram que esses funcionários estão na verdade trabalhando mais duro. Então, por exemplo, há uma diferença de 15 pontos porcentuais indicando que eles frequentemente trabalham além dos horários normais e uma diferença de seis pontos porcentuais no nível de esforço”, afirma.

Ou seja, não tem uma fórmula. A felicidade está em cada um, na vontade de sempre procurar sair da zona de conforto. De se reinventar. Porque o emprego dos sonhos, depende de nós.

Clarke, afirma que a felicidade da profissão não é algo como uma “felicidade de Instagram”, com sorrisos alegres e cerveja grátis. “É pensar como nós podemos ter conversas melhores, como podemos criar ambientes ou áreas onde as pessoas possam trabalhar melhor.”

Lembra da Sophie? A nossa jornalista do começo do artigo? Ela agora organiza sua própria rotina como freelancer e aspirante a confeiteira. Ela trabalha em casa, ao lado de seus dois cachorros, e tem aulas de confeitaria à noite.

“Eu vejo as pessoas que amo mais do que nunca e estou muito mais feliz do que jamais estive”, diz ela. “Agora eu percebi que há formas de fazer dinheiro que fazem você feliz”.

O emprego do sonho depende de você!

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30/04/18 Dicas e Guias # , , , , ,

Programa Refis para pequenos negócios começa em maio

Programa Refis para pequenos negócios começa em maio

Está com dívida tributária e deseja resolver essa situação em 2018? Então essa notícia é para você!

Começou nesse mês a abertura dos prazos para as micro e pequenas empresas para aderirem ao novo Refis (programa de renegociação de dívidas tributárias). O programa possibilita o pagamento parcelado, em até 15 anos, dos impostos devidos até novembro de 2017.  Com grandes descontos para que, até mesmo os Microempreendedores Individuais, possam se beneficiar com o programa. Saiba mais em nosso artigo!

Como funciona? É simples! Para os Microempreendedores Individuais a parcela mínima é de R$ 50. Para as micro e pequenas empresas, o valor mínimo é de R$ 300. Depois de ingressarem no programa, os empresários devem fazer o pagamento de 5% do valor total da dívida em até cinco parcelas mensais, sem reduções.

O restante do valor deve ser quitado em até 175 meses, com descontos de até 90% dos encargos legais, inclusive honorários do advogado. O valor do desconto pode ter variação de acordo com o prazo de pagamento. Ou seja, quanto mais tempo levar para liquidar a dívida, menor será o desconto concedido.

De acordo com o portal de notícias da Exame, pelas regras não são necessários a garantia e/ou o arrolamento de bens para aderir ao programa.“O projeto chegou a ser vetado pelo presidente Michel Temer, sob o argumento de que feria a Lei de Responsabilidade Fiscal ao não prever a origem dos recursos que cobririam os descontos aplicados a multas e juros com o parcelamento das dívidas. Temer voltou atrás e o Congresso derrubou o veto no mês passado”.

Para o Sebrae, o projeto deve beneficiar cerca de 600 mil empresas, que devem aproximadamente R$ 20 bilhões à União.

 

Como eu faço?

Os interessados em aderir ao programa, devem acessar o portal e-CAC PGFN  .  Para se inscrever, o empresário deve clicar na opção “Programa Especial de Regularização Tributária – Simples Nacional”, disponível no link “adesão ao parcelamento”, e inserir o CNPJ/CPF. O prazo vai até o dia 9 de julho. No entanto, para os negócios que têm débitos somente com a Receita Federal, o sistema de adesão deve ser disponibilizado a partir do dia 4 de junho.

 

Quais as condições para o refinanciamento?

Quando aderir ao programa, o empresário deverá realizar o pagamento em dinheiro de no mínimo 5% do valor da dívida consolidada, sem reduções, em até cinco parcelas mensais e sucessivas. Podendo o restante ser pago das seguintes maneiras:

– Liquidado integralmente, em parcela única, com redução de 90% dos juros de mora. 70% das multas de mora, de ofício ou isoladas e 100% dos encargos legais;

– Parcelado em até 145 vezes mensais e sucessivas, com redução de 80% dos juros de mora. 50% das multas de mora, de ofício ou isoladas e 100% dos encargos legais;

– Parcelado em até 175 parcelas mensais e sucessivas, com redução de 50% dos juros de mora. 25% das multas de mora, de ofício ou isoladas e 100% dos encargos legais.

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23/04/18 Dicas e Guias # , , , ,

Como lidar com a dificuldade de falar em público

Como lidar com a dificuldade de falar em público

Tremedeira, dores na barriga, alteração na voz, transpiração etc. Essas são algumas reações comuns para as pessoas que têm certo receio de falar em público. Afinal, falar para os outros não é uma tarefa simples. Pois nunca sabemos qual será a reação do outro e, se a nossa exposição será bem compreendida. Veja em nosso artigo algumas dicas para se sair bem em suas apresentações!

 

Tenha Autoconhecimento

Assuma suas limitações e seus pontos fracos. Não tem problema nenhum se você não tem facilidade e nem aptidão para falar em público. Quando sabemos como somos, fica mais fácil lidar com a situação. Por exemplo, se seu chefe pede para desenvolver uma palestra em que será preciso se expor, automaticamente você começará a trabalhar suas fraquezas de forma mais simples. Como treinar a apresentação, falar com os colegas etc.

Saiba qual o seu público e conheça o local

Um dos maiores problemas das pessoas que têm dificuldade de se expressar em público é não saber lidar com imprevistos, como a energia acabar e não ter aonde expor a apresentação em PPT, alguém fazer um tipo de questionamento, o local não ter um clima agradável etc. Para evitar ser pego de surpresa e ficar ainda mais nervoso com a situação, procure se prevenir e informe-se!

Pratique

Segundo a diretora-gerente do Citigroup, Linda, a melhor maneira de praticar não é decorar o que vai ser falado exatamente, mas sim memorizar a linha de raciocínio e a fluidez das mensagens. “Acima de tudo, lembre-se de que menos é mais quando o assunto é falar em público. Eu acredito que a média de atenção da plateia é de cerca de 20 minutos”, afirma.

Alimente-se bem

Para evitar que o nervosismo afete a sua saúde, procure comer alimentos leves um dia antes. Mas não ingira muito líquido para evitar idas ao banheiro e alimentos muito pesados (que atrapalhem a digestão e afetem o seu humor).

 

Para saber mais veja, o vídeo que separamos para você:

E além de tudo isso, tenha a consciência de que até mesmo as pessoas com mais aptidão para lidar com o público, têm as suas limitações e se esforçam sempre para superar os seus limites.

 

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19/04/18 Dicas e Guias # , , , ,

A importância dos seguros empresariais!

A importância dos seguros empresariais!

Você já parou para pensar nos imprevistos que acontecem com a gente e como eles podem atrapalhar a nossa vida se não estivermos preparados para lidar com essas situações, como roubos, acidentes, óbitos etc.? Da mesma forma que é importante um cidadão comum estar preparado para lidar com esses tipos de situações, é necessário que as empresas também estejam asseguradas para lidar com os imprevistos da vida!

De acordo com o portal de notícias, Estadão, contratar um seguro é uma maneira de proteger um patrimônio, um bem. O seguro, como o próprio nome diz, surge da necessidade de segurança das pessoas diante das incertezas e riscos que corremos em nosso cotidiano. São várias as opções de seguro hoje em dia: automóveis, residenciais, vida, acidentes pessoais, educacionais etc. Essa proteção tem um custo, chamado prêmio. É o que se paga para não correr o risco de perder algo muito valioso e para suprir uma grande perda material ou pessoal.

Você deve estar se perguntando qual a necessidade para uma pequena e média empresa de ter um seguro. Afinal, não há tantos bens como em uma empresa grande. Saiba que é errado pensar assim. Já pensou se uma eventualidade colocar todo o seu negócio na falência?

O bom empresário é aquele que tem uma visão macro do seu negócio, não tendo o foco somente em seus afazeres e transações. Mas sim em manter-se protegido para se acontecer algum imprevisto.

Hoje, no mercado de seguros, há várias opções que combinam com os diferentes tipos de modelos de negócios. Cabe ao empresário e a empresa de seguros saber quais são os maiores riscos.

Por exemplo, se um incêndio acontece em uma empresa do setor têxtil provavelmente esse negócio estará totalmente acabado. Diferente de uma empresa de tecnologia, em que os seus “bens” estão em outras coisas. Ela perde financeiramente pelos equipamentos, mas seus serviços podem estar armazenados em nuvem.

 

No Brasil, um tipo de seguro comum é a proteção de patrimônio, em que o objetivo é manter a empresa longe de riscos. Algumas categorias são obrigatórias, como incêndios e acidentes de trabalho. Já outros são opcionais como o seguro de roubos, reembolso de despesas emergências etc.

Os seguros obrigatórios, precisam existir para que a organização funcione normalmente. Afinal, incêndios e multas trabalhistas têm grande poder de inviabilização do negócio. Já os demais, existem para proporcionar maior segurança para o empresário.

Outro seguro comum é o de responsabilidade civil, que existe para o ressarcimento de danos relacionados ao patrimônio. Geralmente o plano tem o objetivo de cobrir todas as despesas de reparo.

 

Ou seja, as necessidades são distintas, então os seguros também são. Há seguros que prestam suporte aos sócios caso algum venha a falecer, que asseguram os bens, as possíveis ações trabalhistas etc.

Para o profissional Luciano Tane, os seguros são uma forma de assegurar tanto o proprietário do empreendimento como sócios e colaboradores. Se a empresa tem um seguro e algum funcionário sofre um acidente é possível que ele tenha o ressarcimento sem que as finanças da empresa sejam comprometidas, por exemplo.

Ainda de acordo com Luciano, muitas empresas pecam ao não fazer esse tipo de investimento e não dão a importância para situações inesperadas que podem acontecer e prejudicar o futuro das organizações. Principalmente das pequenas.

Por esse motivo, é importante conhecer a sua empresa e procurar um seguro que atenda as suas necessidades!

 

Se você tem interesse por um seguro empresarial e quer saber mais informações, procure uma corretora que realize uma análise bastante sensata acerca da situação atual de sua organização, de seu modo de administrá-la e das implicações prováveis em caso de um grande imprevisto financeiro.

Gostou do artigo? Aprendeu mais uma dica do mundo empresarial? Continue acompanhando a nossa página! Se você quer saber e discutir mais sobre o cotidiano das pequenas e microempresas, venha tomar um café conosco! Entre em contato!

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09/04/18 Dicas e Guias # , , ,

Aumente a produtividade da sua equipe!

Aumente a produtividade da sua equipe!

Com o mercado competitivo e cada vez mais dinâmico, as empresas estão tendo que encontrar formas para aumentar a produtividade de seus negócios.

Uma das estratégias é melhorar a gestão de pessoas e encontrar alternativas para aumentar a produtividade de seus colaboradores (tanto individual como corporativa). Dessa forma é necessário investir em uma administração que tenha como foco as pessoas! Veja em nosso artigo algumas práticas que os gestores estão utilizando para melhorar a produtividade de suas equipes!

 

– Organize e aprimore os processos

Organização é uma das palavras-chave para se ter produtividade.  Mas, para que essa palavra seja a prioridade da sua empresa é necessário que os processos internos sejam padronizados de forma que a sua equipe trabalhe com fluidez e transparência nas atividades diárias. Ou seja, sem desperdícios, falhas, retrabalhos etc.

 

– Mostre para a sua equipe a estratégia e metas de sua empresa

Uma das maneiras de ter uma equipe produtiva é envolver os colaboradores na estratégia da organização. Para que eles tenham noção do impacto de suas ações e saibam da sua importância dentro da empresa para que toda a estratégia aconteça. Essa é uma boa forma para traçar metas coletivas e individuais, incentivando assim, a participação e o trabalho em equipe.

 

– Invista na comunicação

Investir em comunicação interna é uma boa forma de criar e fortalecer uma relação de parceria e confiança entre seus colaboradores e a empresa. Uma das maneiras utilizadas pelos gestores, é a criação de  meios em que se tem o compartilhamento de informações sobre a situação da empresa, as metas a serem alcançadas etc. Os canais internos utilizados para o cumprimento dessa estratégia são: newsletters, e-mails, jornais, reuniões gerenciais e até mesmo o tradicional mural de avisos.

 

– Recompense

Quer uma equipe motivada? Mostre que o seu serviço é valorizado! Ofereça para a sua equipe um sistema em que as pessoas possam se sentir motivadas e recompensadas por todo o esforço que vem desempenhando. E melhor, incentive o espírito de coletividade, o que é essencial para a produtividade.

 

– Acabe com as distrações

Como já falamos em nossa página, gerenciar o tempo é um dos fatores essenciais para melhorar a produtividade. Do mesmo jeito funciona com o gerenciamento de equipes. É recomendável avaliar alguns aspectos, como excesso de reuniões, períodos ao telefone, escritórios mal planejados, ambientes barulhentos etc.

 

Para complementar nossas recomendações, separamos um vídeo de um especialista com mais informações sobre o assunto:

Gostou do nosso artigo? Vai aplicar esses princípios em sua empresa? Conte a sua experiência! Venha tomar um café conosco!

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02/04/18 Dicas e Guias # , , ,

A importância da inteligência emocional no mercado de trabalho

A importância da inteligência emocional no mercado de trabalho

Nos últimos anos, com o aumento da competitividade do mercado de trabalho, cada vez mais os profissionais estão preocupados com a sua formação intelectual. No entanto, nos processos seletivos, as recrutadoras estão priorizando algumas características que vão além da formação técnica. Por exemplo, a capacidade de lidar com diversas emoções de forma saudável e produtiva. Conheça em nosso artigo o conceito de inteligência emocional.

Cobranças, trabalho em grupo, pressão etc., muitas são as situações que um profissional tem que lidar. Com o aumento do cenário de dificuldade econômica, esses problemas têm aumentado e a exigência é ainda maior com as pessoas. Principalmente com as que estão procurando uma recolocação no mercado. Mas, quais são as exigências dos gestores? Qual o perfil do profissional ideal?

Não estamos aqui para passar uma lista de recomendações ou um checklist do que é um profissional perfeito. Afinal, cada um e cada área de atuação tem as suas especificidades e exigências. Mas, uma das características que tem feito as pessoas se destacarem é a inteligência emocional.

De acordo com uma pesquisa da consultoria norte-americana TalentSmart, o QE (Quociente Emocional), tem tido um poder mais decisivo do que o QI (Quociente de Inteligência), uma vez que 90% dos colaboradores mais bem avaliados por seus empregadores têm uma boa gestão de suas emoções. Ou seja, lidar com emoções tem sido uma característica valorizada.

 

Mas, o que é inteligência emocional?

Para os especialistas inteligência emocional, é a capacidade de saber entender e administrar suas emoções e as das pessoas que estão a sua volta. Para Daniel Coleman, um dos idealizadores do conceito, a inteligência emocional implica cinco capacidades básicas: descobrir as emoções e os próprios sentimentos, reconhecê-los, geri-los, motivar-se e gerir as relações pessoais.

Por exemplo, a coordenadora de RH na Luandre, Carolina Silva, fala de umas das situações recorrentes em seu dia a dia. Com a dificuldade de conseguir um emprego, profissionais não estão sabendo lidar com as entrevistas de admissão. De acordo com a coordenadora, “Grande parte dos profissionais que são chamados para processos seletivos já perderam a conta de quantos currículos enviaram e por quantas entrevistas e dinâmicas passaram. Pela frustração de não terem conseguido uma vaga ainda, muitos perdem a esperança e tornam-se agressivos”.

Carolina ainda comenta que atitudes como essas fazem as pessoas terem menos chances de recolocação.  “Já chegamos a ver casos de candidatos que discutiram com as consultoras por estarem impacientes, alegando que já passaram por muitas seleções”. Essa postura, segundo ela, pode impedir sua continuidade no processo, pois revela uma tendência à falta de equilíbrio emocional. “Procuramos sempre um perfil equilibrado e motivado, independentemente da situação”, afirma.

Ou seja, saber lidar com emoções está sendo uma condição primordial para o mundo empresarial. Principalmente porque uma pessoa com “mal comportamento” tem poder de influência sobre os demais.

Saiba mais sobre esse assunto em nosso artigo: Colaborador desmotivado pode contaminar uma equipe

Então, se em uma entrevista o recrutador vê a falta dessa característica,o profissional perde todas as chances.

Afinal, lidar com situações de crises tem se tornado algo comum. Então todos os colaboradores precisam ter esse equilíbrio.

 

Veja algumas dicas!

Todo problema psicológico deve ser tratado por quem entende do assunto! Cada pessoa tem a sua história e seus problemas! Então, caso você tenha tristeza ou um problema emocional grave só há um remédio: especialistas!

Mas, em alguns casos algumas atitudes melhoram o dia e a convivência com os colegas de trabalho, como:

 

Autoconhecimento –  você reconhece que em determinadas situações você lida com raiva? Seja sincero com você mesmo e assuma essa situação! Tente encontrar uma solução para passar por esses entraves da melhor forma possível.

Empatia – o seu colega de serviço está estressado? Já pensou em se colocar no lugar dele e tentar entender o motivo por ele estar assim? Toda reação tem um porquê! Procure compreender para ajudar!

Controle de emoções – o mundo não é um mar de rosas. Todos nós passamos por diversas situações embaraçosas, mas saber controlar os sentimentos de alegria e tristeza faz você olhar o problema de forma madura e fica mais fácil de encontrar uma solução.

 

Pense nisso!

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19/03/18 Dicas e Guias # , , , ,

Aprenda a gerenciar melhor o seu tempo e seja mais produtivo!

Aprenda a gerenciar melhor o seu tempo e seja mais produtivo!

Quantas vezes você já foi interrompido quando estava fazendo alguma tarefa em seu ambiente de trabalho? Provavelmente uma centena de vezes, não é mesmo? Você já parou para pensar que esse tipo de situação atrapalha totalmente o planejamento que você fez para o seu dia? Em nosso artigo vamos falar sobre uma pesquisa realizada por uma professora da University of Califórnia de Irvine, que apresenta como as distrações e interrupções nos atrapalham diariamente. Continue lendo o nosso artigo para saber mais!

Você está concentrado e o seu colega te chama para checar uma informação? Parece que depois demora um certo tempo para a concentração voltar. De acordo com a professora Gloria Mark, especialista em efeitos de distrações e interrupções no escritório, a jornada de trabalho tem mais a ver com minutos do que com horas.

Como assim? Isso mesmo! A nossa jornada de trabalho tem mais a ver com minutos do que horas! Geralmente pensamos em nossa rotina como dias trabalhados. Mas, segundo a especialista o que impacta a nossa produtividade são os minutos trabalhados (sendo mais específico, os minutos seguidos que trabalhamos).

Em uma entrevista para a Gallup, Gloria afirma que após observar e literalmente cronometrar as rotinas de diversos funcionários, descobriu que o tempo médio que as pessoas passam fazendo algo antes de uma interrupção é de apenas três minutos e 5 segundos. Ou seja, em muitos ambientes, esse é o máximo de tempo que as pessoas permanecem concentradas em algo (EXAME).

Ao ler essa informação, você pode confundir as pausas (ou “breaks”) com distrações. No entanto, são coisas distintas. Para a pesquisadora, as distrações ou interrupções pegam as pessoas de forma desprevenida, tirando-as inteiramente do foco da atividade. Diferente das pausas que são focadas e planejadas.

 

“As distrações podem ser dos mais diferentes tipos e não se restringem as causas de fatores externos, como e-mails constantes, telefonemas e colegas de trabalho que chegam na sua mesa com “perguntas rápidas” que levam toda a manhã (GLORIA MARK).

 

 Para a especialista, em 44% das vezes a interrupção vem do próprio indivíduo. Por exemplo, “você acha que fica na frente do computador por muito tempo, mas não é verdade. Normalmente está ali brevemente antes de fazer outra coisa.”, afirma.

 

Mas, por que isso acontece?

Gloria afirma que isso está relacionado com a teoria da gratificação instantânea, em que as pessoas têm uma dificuldade natural em adiar as coisas que dão prazer imediato. “Mas se a razão para isso ainda não é clara, o custo das interrupções é: a troca incessante de tópicos causa estresse e atrasa (ou impede) a realização de tarefas que poderiam ser muito mais rápidas”, explica.

Ainda de acordo com a pesquisa, são cerca de 25 minutos para voltarmos a nossa atenção para alguma atividade, depois de termos parado. Ressaltando que a tarefa de se concentrar novamente na atividade que estávamos fazendo exige um esforço cognitivo (o que gera estresse), fora o “trabalho invisível” – aquele que seus colegas não veem, como trabalhar fora do expediente ou durante o fim de semana para manter-se em dia com as demandas.

 

Como posso melhorar isso?

Para a pesquisadora a melhor maneira é ter:

Autoconhecimento

A dica é simples, para evitar as distrações é importante sabermos como lidamos em nosso espaço de trabalho. Pense em qual local você se distrai menos, em qual local você irá mexer menos nos eletroeletrônicos etc. Em qual ambiente você costuma ser mais produtivo e coloca limite no uso de internet, conversas paralelas etc. Dessa forma você saberá qual a melhor maneira para se distrair menos e produzir mais em seu dia.

Se você tem problemas com distrações no seu ambiente de trabalho, esperamos que esse artigo tenha sido útil para você! Toda semana trazemos um conteúdo do mundo dos negócios! E o melhor: discutimos em nossas reuniões! Quer saber como funciona?  Entre em contato conosco!

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